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segunda-feira, 18 de março de 2013

Crassula brevifolia Harv. (Crassulaceae)



Deixamos aqui uma bela crassulácea exótica: Crassula brevifolia Harv., que é bastante comum em Portugal como planta cultivada em vasos, de interior ou de exterior.
A 100 m de altitude floresce perfeitamente no exterior, em pleno Inverno (as fotos são de 30.XII.2012).
É uma espécie subarbustiva (endémica do Sul de África) de cultivo e propagação vegetativa muito fácil e pouco exigente!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Sedum acre L. (Crassulaceae)









Tal como havíamos prometido num comentário, aqui fica o belo e raro Sedum acre L., Sp. Pl.: 432. 1753 (Crassulaceae), muito ornamental, e que se pode encontrar na maior parte da Região Euro-Mediterrânica (http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Sedum%20acre&PTRefFk=7200000), de onde é endémico.
Estas fotos são provenientes do belíssimo castelo granítico de Penedono.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Sedum pruinatum Brot. (Crassulaceae)






Pensamos que ainda não tinha sido postado aqui este belíssimo e raríssimo endemismo, exclusivamente galaico-português:
Sedum pruinatum Brot., Fl. Lusit. 2: 209 (1805) (Crassulaceae), por isso aqui fica, com os votos de um bom Fevereiro para todos os bloguistas e leitores do blog, não demasiado frio nem demasiado seco!!

Estas fotos foram obtidas nas vizinhanças da aldeia da Pena, na Serra de S. Macário, no concelho de S. Pedro do Sul, sobre xistos, no Verão de 2008.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Arabis beirana (Cruciferae)





Pedindo desculpa pela modesta qualidade da foto, mas tentando mesmo assim iniciar bem o novo ano 2012, com votos de paz, prosperidade e saúde para todos os leitores e camaradas blogueiros, deixamos aqui uma crucífera rara, endémica exclusiva da Península Ibérica: Arabis beirana P. Silveira, Paiva & N. Marcos in Bot. J. Linn. Soc. 135(3): 299 (2001).
Mais algumas informações interessantes acerca desta planta:
«Type Information
Collector(s): P. Silveira 2050
Locality: Beira Litoral, Pampilhosa da Serra, Colmeal, between Quinta de Belide and Decabelos, 940m
Collection Date: 1998-6-18
Type Location:
holotype COI
isotype AVE
isotype MA
Original Data:
Distribution: Portugal.», provenientes daqui:
http://www.ipni.org/ipni/idPlantNameSearch.do?id=1020076-1

Na foto, proveniente de S, Pedro do Açor, alt. c. 1340 m, é possível observar mais algumas espécies como por ex. Pterospartum tridentatum (Leguminosae) -a carqueja-, Sedum sediforme (Crassulaceae), Jurinea humilis e Solidago virgaurea (Compositae).

domingo, 14 de novembro de 2010

Umbilicus heylandianus (Crassulaceae)

Cruzei-me-me com estes Umbilicus sob coberto de Quercus rotundifolia (Fagaceae) «azinheira» no Planalto de Miranda, no final da passada Primavera:

Umbilicus heylandianus (Crassulaceae). Distingue-se facilmente das outras duas espécies do género Umbilicus presentes em Portugal - U. rupestris e U. gaditanus - pelas suas flores tubulosas estranguladas na fauce [à entrada do tubo da corola].

Estes Umbilicus fizeram-me lembrar alguns Aloe (Xanthorrhoeaceae) angolanos e namibianos que admiro nos guias de árvores de autores sul-africanos. Embora evolutivamente muito distantes - os Umbilicus são eudicotiledóneas da família das Crassuláceas e os Aloe monocotiledóneas da família das Xanthorrhoeáceas - as semelhanças ao nível da inflorescência e da forma da corola são evidentes.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Anthoceros punctatus (Anthocerotaceae)















Ainda aqui não tinha aparecido esta amiga: Anthoceros punctatus L. (Anthocerotaceae, uma família que pertence à ordem Anthocerotales, à classe Anthocerotopsida e à divisão Anthocerotophytha, do reino Plantae).
Esta curiosíssima planta parece dar-se bem em sítios perturbados, por exemplo em companhia da pequena Tillaea muscosa L., também conhecida como Crassula tillaea Lester-Garland (Crassulaceae). É possível ainda observar algumas cápsulas lenhosas já abertas de Eucalyptus sp. (Myrtaceae).
Fica aqui uma referência com informação interessante sobre estas plantas:
Hornwort - Wikipedia, the free encyclopedia

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Aeonium glandulosum (Aiton)Webb. & Berth. (Crassulaceae)


Aeonium glandulosum (Aiton)Webb. & Berth
[Foto: Sandra Mesquita, 2003]
(clique para aumentar)

Na Madeira, as paredes de basalto, traquitos e piroclastos cobrem-se frequentemente com tapetes verde-rosados desta planta: Aeonium glandulosum (Aiton)Webb. & Berth. São pequenos caméfitos arrosetados, de folhas suculentas e marchescentes. O género Aeonium tem cerca de 35 espécies distribuídas pela Madeira, Canárias, Marrocos e África oriental (Montanhas Semien na Etiópia). Este tipo de vegetação peculiar foi sistematizado, em termos fitossociológicos, numa classe própria: Grenovio-Aeonietea - e na Madeira existem descritas seis comunidades distintas desta unidade endémica canário-madeirense. Nas Canárias, onde a classe tem a maior diversidade de espécies, descreveram-se treze comunidades só para ilha de Tenerife.