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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Sorbus aria (L.) Crantz (Rosaceae)



Pensamos que ainda aqui não tinha sido postada a bela árvore
Sorbus aria (L.) Crantz, Stirp. Austr. Fasc. 2:46. 1763
Este arbusto ou pequena árvore, foi por nós fotografado em 20.V.2004 num local granítico da Serra do Caramulo (concelho de Tondela, BA), muito próximo do ponto trigonométrico ou vértice geodésico "Cabeço da Neve", 985 m, num local bastante perturbado com numerosas coníferas exóticas assim como algumas plantas endémicas como Silene acutifolia, Silene marizii e Dianthus laricifolius (Caryophyllaceae), algumas gramíneas e alguns arbustos comuns como Erica arborea (Ericaceae) e Cytisus striatus (Leguminosae), etc.
Não sabemos se este pequeno bosquete será espontâneo ou terá sido plantado pelo homem, que tantas árvores (sobretudo coníferas exóticas) plantou nas suas vizinhanças.
Na foto das flores de Sorbus aria são visíveis duas abelhas polinizadoras e melíficas, pertencentes à vasta ordem Hymenoptera.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Angelica major Lag. (Umbelliferae) & Senecio pyrenaicus L. subsp. caespitosus (Brot.) Franco (Compositae)

Aqui fica mais uma bela planta da Estrela, local granítico na margem da estrada de Manteigas para o topo, ao longo do vale glaciário do rio Zêzere, 24.VII.2012, com uma composta, talvez Senecio pyrenaicus L. ex Loefl., Iter Hispan. 61, 304. 1758 [Dec 1758] Original Data: Notes: Hispan
(http://www.ipni.org/ipni/idPlantNameSearch.do?id=837689-1)

Tratando-se desta espécie, convém esclarecer que a composta visível na foto será
Senecio pyrenaicus L. subsp. caespitosus (Brot.) Franco, um endemismo considerado exclusivamente lusitano.

Obviamente, a planta em destaque na foto é uma umbelífera:
Apiaceae: Angelica major Lag., Gen. Sp. Pl. [Lagasca] 13. 1816   Original Data: Notes: Hispan http://www.ipni.org/ipni/idPlantNameSearch.do?id=837689-1,
Um endemismo exclusivo da Península Ibérica.

Para ilustrar melhor o post, vamos juntar mais duas fotos do belíssimo endemismo lusitano pertencente à família das compostas ou asteráceas, obtidas no mesmo local onde encontrámos a bela umbelífera ou apiácea:


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Silene foetida Link ex Spreng. (Caryophyllaceae), endemismo lusitano e estrelense

Para provarmos que este blog não se ausentou para férias, aqui fica mais uma beldade:

"Caryophyllaceae: Silene foetida Link ex Spreng., Syst. Veg. (ed. 16) [Sprengel] 2: 406. 1825 [Jan-May 1825]

Original Data: Notes: Lusitan"

(http://www.ipni.org/ipni/idPlantNameSearch.do?id=157363-1)

Esta curiosa planta, que fotografámos na Serra da Estrela, por entre as rochas de natureza granítica, em 24.VII.2012, com um pequeno insecto polinizador que do seu néctar se alimentava (Coleóptero?) tem sido considerada um endemismo exclusivamente lusitano e estrelense, pois consta que não se encontra fora da Serra da Estrela!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Festuca summilusitana, um endemismo lusitano das montanhas (Gramineae)





Festuca summilusitana Franco & Rocha Afonso in Bol. Soc. Brot. sér. 2, 54: 94. 1980 [1980-81 publ. 1980] (Poaceae ou Gramineae)
Distribution: Portugal.
Original Data: Distribution: Portugal.


(http://www.ipni.org/ipni/idPlantNameSearch.do?id=896497-1)

Foto proveniente da Serra da Freita (concelho de Arouca, freguesia de Albergaria da Serra, pr. do vértice geodésico S. Pedro Velho), alt. ca. 1090 m, sobre rochas metamórficas, 4.VII.2003, vegetação rupícola da Classe Festucetea indigestae.
Trata-se de um endemismo exclusivamente lusitano, segundo consta.

domingo, 14 de agosto de 2011

Staehelina dubia (Compositae), Scrophularia grandiflora (Scrophulariaceae) e mais alguns bichos (Insecta)





















Voltando às Compostas (ou Asteráceas), aqui fica a belíssima Staehelina dubia L., Sp. Pl.: 840. 1753, um endemismo exclusivo da Região Mediterrânica Ocidental (Greuter, W. (2006-2009): Compositae (pro parte majore). – In: Greuter, W. & Raab-Straube, E. von (ed.): Compositae. Euro+Med Plantbase - the information resource for Euro-Mediterranean plant diversity), que se pode encontrar sobretudo em locais rochosos de natureza calcária.

Deixamos também alguns insectos: um coleóptero lindíssimo, ovóide, de cor verde metálica sobre Mentha suaveolens Ehrh, Beitr. Naturk. 7: 149. 1792 (Labiatae ou Lamiaceae), ao que supomos; uma bela borboleta doméstica e ainda um díptero bem interessante, com uma pinta vermelha lombar, pousado sobre a rara e endémica (exclusiva de Portugal ou da Península Ibérica, conforme as fontes)
Scrophularia grandiflora DC. Cat. Pl. Horti Monsp.: 143. 1813 (Scrophulariaceae)
(Marhold, K. (2011): Scrophulariaceae. – In: Euro+Med Plantbase - the information resource for Euro-Mediterranean plant diversity
The Euro+Med Plantbase Project
ou a Flora iberica vol. XIII: http://www.floraiberica.es/floraiberica/texto/pdfs/13_144_02_Scrophularia.pdf)

Agradecemos, evidentemente, a identificação dos simpáticos insectos aos entomólogos que por aqui passarem!

Como sugestão musical, fica hoje a belíssima "Good Times", dos Chic:
Good Times - Chic (1979) - YouTube

domingo, 24 de julho de 2011

Dianthus cintranus ssp. barbatus (Caryophyllaceae) e mais um insecto



















Parece-nos que esta planta maravilhosa, um endemismo exclusivamente português, que se pode encontrar sobretudo nas fendas das rochas do CW. calcário, ainda não tinha sido aqui postada:
Dianthus cintranus subsp. barbatus R. Fern. & Franco in Franco, Nova Fl. Portugal 1. 1971.
PESI portal - Dianthus cintranus subsp. barbatus R. Fern. & Franco
Dianthus cintranus subsp. barbatus information from NPGS/GRIN

Como acompanhamento zoológico deixamos também aqui um díptero (?), para eventual identificação por especialistas!

Como acompanhamento musical, vamos hoje sugerir esta pérola tropical de grande valor:
‪GANG 90 & ABSURDETTES - PERDIDOS NA SELVA‬‏ - YouTube

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Duas linárias (Plantaginaceae), uma centáurea (Compositae) e uma borboleta




















Tal como o nome do poste indica, trazemos hoje aqui duas linárias (Plantaginaceae), uma centáurea (Compositae) e uma borboleta (para eventual identificação!).

Uma das linárias é a já bem conhecida Linaria aeruginea ( Gouan ) Cav.
Elench. Pl. Horti Matr. 21 (1803); cf. Rothm. in Fedde, Repert. xlix. 52(1940).
= Antirrhinum aerugineum Gouan Illustr. 38. (basion.)
IPNI Plant Name Details

A centáurea poderá ser talvez a Centaurea micrantha Hoffmanns. & Link -- Fl. Portug. [Hoffmannsegg] 2: 220. [1820-1834] (IK)
IPNI Plant Name Query Results,
mas também poderá tratar-se de outra espécie semelhante...

A linária mais seca não sabemos qual é, mas talvez algum ilustre botânico a possa identificar... let's hope so!
Tanto as linárias como a centáurea e a borboleta são provenientes de Bragança, Serra de Rebordãos, pr. Rebordãos, zona de rochas ultrabásicas, entre 950 e 1200 m.

Como sugestão musical, fica hoje It's All Too Much, do genial George Harrison:
‪It's All Too Much - The Beatles‬‏ - YouTube

terça-feira, 28 de junho de 2011

Trachelium caeruleum (Campanulaceae) + 3 borboletas para identificação




















A exemplo do post anterior, vamos aqui apresentar mais uma beldade azórica e também continental, desta vez uma Campanulácea:
Trachelium caeruleum L., Sp. Pl. 1: 171. 1753 [1 May 1753],
que ocorre sobretudo na Região Mediterrânica Ocidental, frequentemente sobre muros e paredes, embora este belo exemplar viva epífito sobre uma Phoenix (Palmae ou Arecaceae).
IPNI Plant Name Details

Tal como no post anterior, incluímos aqui também três borboletas domésticas para o ilustre Eduardo eventualmente identificar - ficam, desde já, os nossos agradecimentos!

Como sugestão musical, desta vez, deixamos aqui esta interessantíssima versão de Across the Universe, dos Beatles:
YouTube - The Beatles - Across The Universe [HQ] Take2 1968 Version long

domingo, 24 de abril de 2011

Orobanche latisquama (Orobanchaceae)




















Animados pelo recente comentário, postamos aqui hoje mais uma belíssima "erva toura" actualmente talvez ainda em floração, neste caso a "erva toura escamada", que se pode observar nestas fotos já antigas, provenientes do excelente Centro Oeste calcário (CW. calc.).
Trata-se da Orobanche latisquama Reut. ex Boiss., Fl. Orient. [Boissier] 4(2): 516. 1879 [Apr-May 1879]
IPNI Plant Name Details,
que pode parasitar por exemplo labiadas como o "rosmarino", "romarin" ou "romero":
Rosmarinus officinalis L., Sp. Pl. 1: 23. 1753 [1 May 1753]
IPNI Plant Name Details
ou o tomilho: Thymus zygis subsp. sylvestris (Hoffmanns. & Link) Cout.
Thymus zygis subsp. sylvestris (Hoffmanns. & Link) Cout. — The Plant List

Como acompanhamento musical vamos sugerir hoje esta bela, breve e rápida, peça musical, do imortal compositor veneziano Antonio Vivaldi:
"Gloria in D, Quoniam Tu solus Sanctus"
YouTube - Antonio Vivaldi, Gloria in D, Quoniam Tu solus Sanctus, FNOK Choir

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Narcisus scaberulus (Amaryllidaceae)

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Narciso-do-Mondego

O Narciso-do-Mondego foi descrito pela primeira vez para a ciência pelo Professor Júlio Henriques. É um endemismo lusitano (BA e BL), que ocorre apenas ao longo do curso médio da bacia hidrográfica do rio Mondego (encostas dos vales dos rios Mondego, Seia e Cobral). Estima-se que a sua área de ocorrência seja um pouco superior a 50 km², repartida por vários núcleos populacionais com relativa continuidade pelos concelhos de Carregal do Sal, Gouveia, Mangualde, Nelas, Oliveira do Hospital, Seia e Tábua.

Ocorre preferencialmente sobre plataformas e afloramentos rochosos graníticos, em pinhais e clareiras de matagais. As inflorescências suportam de uma a cinco flores pequenas, de um amarelo vivo, e as tépalas são ovadas maiores ou do mesmo tamanho que a coroa. O período de floração é muito curto e decorre entre os meses de Fevereiro e Março.
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O Sítio de Interesse Comunitário Carregal do Sal, incluído na Rede Natura 2000, foi criado e delimitado fundamentalmente devido à presença desta espécie. Encontra-se incluída no Plano Nacional de Conservação da Flora em Perigo e listada nos Anexos II e IV da Directiva habitats. Possui também vários núcleos fora da área geográfica do Sítio.
Os fogos que passado Verão consumiram uma área significativa ao longo do vale do Mondego, vieram de alguma forma beneficiar esta espécie, ou pelo menos torná-la mais visível e competitiva, em alguns locais, onde o estrato arbustivo formado por giestas e estevas era já demasiado extenso e denso. Este geófito encontra-se neste período em plena floração.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Verbascum levanticum (Scrophulariaceae)
















Depois de uma verdadeira maravilha, aqui fica uma outra, que pensamos ser não menos interessante e não menos rara (pelo menos na Península Ibérica)!:
Verbascum levanticum I.K.Ferguson -- Bot. J. Linn. Soc. 64 (2): 230 (1971).
IPNI Plant Name Query Results
Esta extraordinária beldade do Levante, naturalizada em Coimbra há mais de um século, continua a encontrar-se no mesmo local, sempre sobre velhos muros calcários
(cf. Benedí in Flora iberica XIII: 67-68, 2009)
http://www.floraiberica.es/floraiberica/texto/pdfs/13_144_01_Verbascum.pdf

Como acompanhamento musical, vamos sugerir este belo andamento (allegro molto) do Concerto per mandolini RV558 de Vivaldi:
YouTube - Vivaldi : Concerto per mandolini RV558 (allegro molto)

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Narcissus triandrus (Amaryllidaceae)



















Os narcisos surgiram finalmente na Flora iberica, assim como diversos outros géneros (Agave, Furcraea, Galanthus, Lapiedra, Leucojum, Pancratium, Sterbergia, Yucca)!

http://www.floraiberica.es/v.2.0/miscelania/noticias/imprenta_XX.php

http://www.floraiberica.es/floraiberica/texto/imprenta/tomoXX/20_184_05_Narcissus.pdf

Para comemorar este acontecimento, aqui ficam imagens de Narcissus triandrus L. subsp. pallidulus (Graells) Rivas Goday, Veg. Fl. Guadiana 710. 1964 (o narciso amarelo mais vivo, endémico da Península Ibérica);

e Narcissus triandrus L., Sp. Pl., ed. 2. 1: 416. 1762 [Sep 1762] subsp. triandrus
IPNI Plant Name Query Results,
que é o narciso amarelo mais pálido, endemismo peninsular que também ocorre nas francesas Ilhas Glénans, de acordo com a excelente Flora iberica vol. XX (l.c.).

Sendo o género Narcissus L. um género dourado, deixamos aqui música apropriada, do grande compositor e dramaturgo Wilhelm Richard Wagner:
YouTube - Der Ring des Nibelungen, Das Rheingold Act 1: Prelude-Part I

domingo, 8 de agosto de 2010

Cymbalaria aequitriloba (Plantaginaceae)














Voltando às belíssimas Antirríneas, actualmente inseridas na família das Plantagináceas, aqui fica a tão ornamental Cymbalaria aequitriloba (Viv.) A.Chev. -- Bull. Soc. Bot. France 83: 646. 1937 [1936 publ. 1937] = Antirrhinum aequitrilobum Viv. -- Fl. Libyc. Spec. 68; Fl. Cors. Sp. Nov. 10. (basiónimo), ou
Linaria aequitriloba Spreng. -- Syst. Veg. (ed. 16) [Sprengel] 2: 790. 1825 [Jan-May 1825], como se pode consultar aqui: IPNI Plant Name Query Results.
Esta antirrínea pode encontrar-se em fendas de rochas e muros, nalgumas ilhas do Mediterrâneo Ocidental (Arquipélago Toscano, Baleares, Córsega e Sardenha), de onde é endémica, conforme nos informa a excelente Flora iberica (vol. XIII: 212-214).
A época estival está a ser demasiado quente, mas continua a haver algumas plantas em floração!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Argyrolobium zanonii (Fabaceae)

















Continuando na linha dos trevos... este não é bem um trevo, mas também não se afasta demasiado: Argyrolobium zanonii (Turra) P. W. Ball in Feddes Repert. 79: 41. 1968 = Cytisus zanonii Turra (basiónimo), um endemismo mediterrânico cuja distribuição e sinonímia se podem consultar na excelente Med-Checklist, de Greuter, Burdet & Long:
The MED-CHECKLIST
As fotos são do CW calc., onde esta belíssima planta rupícola se pode encontrar nos ricos afloramentos calcários.
Também foi denominado Cytisus argenteus L., Sp. Pl. 2: 740. 1753 [1 May 1753], o que não surpreende muito, tendo em conta o aspecto prateado ou acetinado das suas folhas e das suas vagens. As flores, contudo, possuem um amarelo bem vivo.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Rhizocarpon geographicum (Rhizocarpaceae)















O Verão continua e este líquen maravilhoso continua a brilhar nas nossas montanhas siliciosas: Rhizocarpon geographicum (L.) DC., o «líquen-mapa», como aqui se pode confirmar: Map lichen - Wikipedia, the free encyclopedia
No mesmo local pode encontrar-se esta frase espantosa:
«In an experiment, this lichen species was placed in a capsule and launched into space. The capsule was opened, exposing the lichen to space conditions for 15 days before being brought back down to Earth, where it showed minimal changes or damage.»

Este vegetal absolutamente extraordinário encontra-se distribuído pela maior parte do Globo, incuindo terras gélidas como por ex. a Península Antárctica, a Gronelândia ou a Sibéria.
Não sei quanto tempo pode viver este líquen mas suponho que muitos milhares de anos, pois é usado para datar substratos pré-históricos ou medievais (por ex. da "Little Ice Age").
Parece ser sensível à poluição, o que não o impede, contudo, de se encontrar com muita frequência em Portugal ou na Região Mediterrânica.
O basiónimo: Lichen geographicus L.
Para consultar a sinonímia: Rhizocarpon geographicum - Wikipedia, la enciclopedia libre
Consta que cresce em média 0.2 milímetros por ano. As zonas mais escuras em redor das aréolas amarelas correspondem aos esporângios, de acordo com as mesmas fontes enciclopédicas.

sábado, 29 de maio de 2010

Cirsium vulgar(e) ou talvez não (Asteraceae)













Continuando com a nobilíssima família das Compostas ou Asteráceas, a seguir a uma calêndula (maravilhas), nada melhor que um belo cardinho. No entanto não sei ao certo de que espécie se trata, nem sequer tendo completa certeza acerca do género: Carduus ou Cirsium?
Aqui fica -para os amantes dos cardos eventualmente identificarem- esta linda planta espinhosa calcícola, sem dúvida pertencente à tribu Cardueae, recentemente fotografada num local rochoso calcário da Serra de Aire (CW. calc.).