quarta-feira, 9 de setembro de 2015
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Flora da Estufa Quente de Lisboa: Monocotiledóneas
Um livro indispensável na estante de todos os praticantes de botânica, da autoria da Prof. Mª Lisete Caixinhas (clicar na imagem p.f.).
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Filogenia das plantas terrestres atuais
E agora um ponto da situação da filogenia das plantas-terrestres atuais baseada em três artigos fundamentais: Liu et al. (2014) para os briófitos, Rothfels et al. (2015) para os fetos, e Wickett et al. (2014) para os licopodiófitos, gimnospérmicas atuais e angiospérmicas (excepto Ceratophyllaceae).
Alerto a vossa atenção para duas importante novidades: os Equisetum são o grupo basal do grande clado dos fetos; as monocotiledóneas divergiram antes das magnoliidas e clados subsequentes.
Está na altura de atualizar a taxonomia de plantas-terrestres que se ensina no nosso ensino secundário.
Nota: grupos parafiléticos entre aspas; os dois cladogramas são idênticos, um segue o sistema de classificação de Chase & Reveal (2009), no outro são usados nomes vernáculos.
Todos os reparos são bem-vindos.
Alerto a vossa atenção para duas importante novidades: os Equisetum são o grupo basal do grande clado dos fetos; as monocotiledóneas divergiram antes das magnoliidas e clados subsequentes.
Está na altura de atualizar a taxonomia de plantas-terrestres que se ensina no nosso ensino secundário.
Nota: grupos parafiléticos entre aspas; os dois cladogramas são idênticos, um segue o sistema de classificação de Chase & Reveal (2009), no outro são usados nomes vernáculos.
Todos os reparos são bem-vindos.
Etiquetas:
Briófitos,
Evolução,
Filogenia de plantas,
Gimnospérmicas,
Pteridófitos
domingo, 6 de setembro de 2015
Relações evolutivas entre as plantas terrestres atuais e os principais grupos fósseis de embriófitos
Um ponto da situação da filogenia das plantas terrestres atuais e fósseis (grupos principais). Baseado em Gerriene & Gomez (2011), Liu et al. (2014), Rothfels et al. (2015) e Taylor et al. (2009). Grupos extintos assinalados com um sinal +. Grupos parafiléticos entre aspas.
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Sparaxis tricolor (Schneev.) Ker-Gawler (Iridaceae) naturalizada ou escapada de cultura no Barrocal algarvio (Portugal)
Sparaxis tricolor
(Schneev.) Ker-Gawler
= Ixia tricolor
Schneev. [basiónimo]
Encontrámos esta bela Iridácea perene naturalizada ou
escapada de cultura no Algarve: Malhão (S. Romão), entre os concelhos de Loulé
e S. Brás de Alportel, em pleno Barrocal algarvio, local calcário com
orquídeas, na margem da estrada, 10.IV.2003.
Trata-se de uma planta originária da África do Sul,
que depois foi cultivada com muito sucesso, florescendo habitualmente todos os
anos.
Foto 1: Portugal: Algarve: Malhão (S. Romão), entre os concelhos de Loulé e S. Brás de Alportel, Barrocal algarvio, local calcário com orquídeas, Sanguisorba sp. (Rosaceae) e várias outras plantas, na margem da estrada, 10.IV.2003
Fotos
2 e 3: exemplar cultivado em Coimbra (BL, Portugal, alt. ca. 100 m), em
floração, 2.IV.2005
Muito provavelmente
este criptófito (geófito) terá sido cultivado como ornamental, e ter-se-á
escapado da cultura.
Esta
Iridácea foi encontrada subespontânea pela primeira vez em Portugal na BL: Montemor-o-Velho,
nos campos cultivados da bacia do Mondego, em 1944 (VASCONCELLOS & FRANCO
in Anais Inst. Sup. Agron. 22: 45-46, 1958).
Planta
adventícia (PINTO DA SILVA in Webbia 18: 406, 1963), cultivada em
jardins, ocasionalmente fugida de cultura (FRANCO in FRANCO & ROCHA AFONSO,
Nova Flora de Portugal 3 (1):148,
1994).
A Flora
Europaea não a refere.
PINTO
GOMES (Estudo fitossociológico do
Barrocal algarvio (Tavira-Portimão), Dissertação de Doutoramento. Évora, 1998)
e PINTO GOMES & PAIVA FERREIRA (Flora
e Vegetação do Barrocal Algarvio (Tavira-Portimão), 2005) também não a referem para o Barrocal algarvio.
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Convolvulus arvensis L. (Convolvulaceae)
Como não fomos de férias, vamos aqui postar mais uma beldade, o comum Convolvulus arvensis L. (Convolvulaceae), uma conhecida planta espontânea perene ruderal e arvense, muito resistente à seca, florescendo aqui em pleno Agosto no meio de um relvado muito seco dominado pela gramínea exótica Stenotaphrum secundatum (Walter) O. Kuntze, fotografado junto ao Jardim botânico de Coimbra, 29TNE4950, alt. ca. 90 m, em 11.VIII.2015.
Etiquetas:
Convolvulaceae,
Poaceae,
Vegetação de relvados perenes,
vegetação ruderal
sábado, 8 de agosto de 2015
Lupinus polyphyllus Lindley (Leguminosae)
Mesmo em tempo de férias, durante o pacato mês de Agosto, vamos aqui postar uma beldade de grandes cachos de flores bem coloridas: Lupinus polyphyllus Lindley in Edwards's Bot. Reg.: t. 1096. 1827 (Leguminosae), que fotografámos a 730 m de altitude, 29TPF1336, nas Serras Beira-Durienses: concelho de Moimenta da Beira, Leomil, em 22.V.2015.
Esta espécie parece estar amplamente naturalizada na Europa, embora ainda não na Península ibérica (http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Lupinus%20polyphyllus&PTRefFk=8500000).
Esta espécie parece estar amplamente naturalizada na Europa, embora ainda não na Península ibérica (http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Lupinus%20polyphyllus&PTRefFk=8500000).
Etiquetas:
Fabaceae,
Plantas cultivadas,
Plantas ornamentais
Subscrever:
Mensagens (Atom)




