O meu último post continha uma pergunta descomprometida.
"Que estranha árvore é esta?"
A maior parte dos leitores que se deram ao trabalho de escrever um comentário identificaram correctamente a planta retratada na foto, ou andaram lá perto. Sim, trata-se de uma Genista florida, com porte arbóreo porque foi conduzida (podada) pelo homem, e ciclicamente debicada por ovelhas e pelas vacas.
O montado de giestas-piorneiras não é novidade, e o porquê da sua existência também não.
«Debajo de cada retama [Retama sphaerocarpa] se cría un borrego», dizem os castelhanos. O ilustre fitossociólogo, Prof. Salvador Rivas-Martínez, costuma servir-se deste ditado para explicar a importância das genísteas [leguminosas das tribo das Genisteae, i.e. das giestas] na gestão da fertilidade do solo no passado recente. As giestas são leguminosas e estabelecem um simbiose nas raízes com bactérias fixadoras de azoto. Por essa via, desempenhavam um papel fundamental na introdução deste elemento essencial à produtividade agrícola, nos sistemas orgânicos de agricultura. Por outro lado, as suas raízes mergulham no solo a profundidades superiores às das raízes das plantas herbáceas pratenses. Com o tempo, a bombagem activa de nutrientes para as camadas superficiais, e biologicamente mais activas do solo, acaba por criar uma ilha de fertilidade em redor das giestas. Para aproveitar estes elementos nutritivos em favor das plantas pratenses o agricultor necessita de desadensar o mato, de construir um montado. Uma elevada densidade de plantas arbustivas elimina as plantas herbáceas mais desejadas porque estas são estritamente heliófilas (exigentes em luz): a sombra e as ervas pratenses nunca combinaram.
(continua)
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
Que árvore é esta? (I)
Uma copa de ramos finos, flexíveis e verdes é por certo invulgar entre a flora indígena de Portugal.
Que planta mais estranha!
Ninguém duvidará, porém, que se trata de uma árvore. Uma planta com 4 m de altura, de tronco desprovido de ramos que afasta do solo um copa globular bem ramificada, cai limpinha no conceito clássico de árvore (vd. Pio Font Quer, Diccionario de Botánica).
Mais interessante ainda é o montado representado na foto que anteontem visitei na Serra de Montemuro. Será esse o tema do meu próximo post.
Aceitam-se comentários ;)
Que planta mais estranha!
Ninguém duvidará, porém, que se trata de uma árvore. Uma planta com 4 m de altura, de tronco desprovido de ramos que afasta do solo um copa globular bem ramificada, cai limpinha no conceito clássico de árvore (vd. Pio Font Quer, Diccionario de Botánica).
Mais interessante ainda é o montado representado na foto que anteontem visitei na Serra de Montemuro. Será esse o tema do meu próximo post.
Aceitam-se comentários ;)
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Akebia quinata (Lardizabalaceae)


Depois de um post maravilhoso sobre a belíssima região da Gralheira, no Montemuro, aqui fica um arbusto chinês esplendoroso que também se pode encontrar cultivado, e até frutificando, na Serra de Montemuro:
Akebia quinata Decne., Ann. Sci. Nat., Bot. sér. 2, 12: 107. 1839
IPNI Plant Name Details
A foto da planta frutífera aqui inserida é proveniente das proximidades da Gralheira, na dita serra.
Ainda não havia aqui neste blog uma única Lardizabalácea, uma família de plantas vasculares universalmente reconhecida:
Lardizabalaceae - Wikipedia, the free encyclopedia.
Continuando com a excelente música de Brian Eno, aqui fica Music For Airports:
YouTube - Music For Airports
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Bem-vindos à Gralheira
"...
Dois meses depois Amaro foi nomeado pároco de Feirão, na Gralheira, serra da Beira Alta. Esteve ali desde Outubro até o fim das neves.
Feirão é uma paróquia pobre de pastores e naquela época quase desabitada. Amaro passou o tempo muito ocioso, ruminando o seu tédio à lareira, ouvindo fora o Inverno bramir na serra. Pela Primavera vagaram nos distritos de Santarém e de Leiria paróquias populosas, com boas côngruas. Amaro escreveu logo à irmã contando a sua pobreza em Feirão; ela mandou-lhe, com recomendações de economia, doze moedas para ir a Lisboa requerer. Amaro partiu imediatamente. Os ares lavados e vivos da serra tinham-lhe fortificado o sangue; voltava robusto, direito, simpático, com uma boa cor na pele trigueira.
..."
[Eça de Queiroz, O Crime do Padre Amaro]
Ontem andei pelo Montemuro (Beira Alta).
Na aldeia da Gralheira, concelho de Cinfães, mesmo ao lado da Feirão do Padre Amaro, por lá continuavam os mesmos velhos de sempre, de cajado na mão e pele arrepanhada pelo frio, a gozar a volta do sol. Apressados, mas, suponho, com pouco que fazer, circulavam rostos femininos escondidos sob a capa burel, ataviados com a tradicional roupagem preta, mas de botas revestidas com pêlo por dentro, bem diferentes das socas de madeira de antigamente. À saída da aldeia um ou outro pastor vigiava com displicência pequenos rebanhos de arouquesas pachorrentas, a enfardelar com avidez os primeiros rebentos de final de Inverno. A ovelhas circulavam mais longe, para os lados da Lagoa de D. João, ou mais alto na serra, em redor das penedias graníticas.
Ao contrário do que seria esperar numa terra tão agreste e distante dos grandes centros, senti as gentes felizes, despreocupadas, bem. O contentamento circula por aquelas ruas de séculos maceradas pelo gelo e pelo vento. Este vento que penetra até aos ossos, a detestada ventania de Inverno é afinal a causa de uma súbita regeneração. A serra povoou-se de gigantescos moinhos de vento. Fantásticos geradores eólicos com pás de 40 m produzem electricidade dita renovável, e uma renda fixa que pinga em contínuo nos bolsos dos proprietários do monte que até há bem pouco tempo ninguém consegui a vender. Bem melhor do que o subsídio da CE ou o borrego de final de Outono! Com a nova indústria vieram mecânicos, electricistas, engenheiros e até turistas da grande cidade para quebrar a solidão do defeso invernal. Nunca faltam clientes no restaurante da aldeia, com prato do dia e onze empregados a tempo inteiro. Os migrantes de primeira e segunda geração recuperam palheiros e casas devolutas para gozar a reforma quantas vezes oferecidas ao virar os cinquenta. Alí ao lado, em Campo Bem-Feito, instalou-se um grupo profissional de Teatro. A Câmaras Municipais, com as rendas das eólicas, mantêm as estradas impecáveis. As carreiras de passageiros levam e trazem os garotos para os novos centros escolares com aquecimento central e cantina, professor de ginástica e de inglês.
Outro tempos aqueles a que Eça se refere no capítulo terceiro do "Crime do Padre Amaro"!


Parou de chover há três dias e os fogos despontaram, automaticamente, pela mão dos pastores, um pouco por toda a Serra. Melhor agora do que no pino de Verão. O solo está húmido e as plantas continuarão dormentes à espera dos calores de Primavera. Estes fogos frios e "ajardinados" são uma prática tão antiga como necessária. A palhuça seca de Agrostis x fouilladei, Molinia caerulea ou de Arrhenatherum elatius subsp. bubosum que por ora cobre a serra de pouco serve: é o pão seco e bafiento do animal. Os tapetes densos de Halimium ou as toiças envelhecidas de Ulex minor «tojo-molar» atrapalham a circulação dos animais e retiram espaço à forragem. Uma pequena carqueja aqui, um pequeno giestal acolá, tudo somado dá muito fogo que não entra nas estatísticas, que escapa à atenção de jornalistas e analistas, mas que regenera o pasto e dá de comer aos rebanhos. Nas áreas queimadas, a partir da Primavera os rebentos túrgidos de proteína do Ulex minor podem ser pastados com proveito e compensar a fibra bruta das gramíneas do monte. Um fabuloso endemismo regional, a Armeria beirana, também é beneficiado pelas "limpezas" de Inverno de potenciais competidoras. Os bosquetes de carvalho-negral (Quercus pyrenaica) suprimem o fogo e lucram com a eliminação dos arbustos de Erica arborea que lhe consomem a luz. Se é certo que o fogo pode atrasar a regeneração do bosque também é verdade que a não impede. Cada vez que vou ao Montemuro vejo mais árvores.
Os fogos violentos de Verão, esses sim, são indesejáveis e um produto da modernidade.
Dois meses depois Amaro foi nomeado pároco de Feirão, na Gralheira, serra da Beira Alta. Esteve ali desde Outubro até o fim das neves.
Feirão é uma paróquia pobre de pastores e naquela época quase desabitada. Amaro passou o tempo muito ocioso, ruminando o seu tédio à lareira, ouvindo fora o Inverno bramir na serra. Pela Primavera vagaram nos distritos de Santarém e de Leiria paróquias populosas, com boas côngruas. Amaro escreveu logo à irmã contando a sua pobreza em Feirão; ela mandou-lhe, com recomendações de economia, doze moedas para ir a Lisboa requerer. Amaro partiu imediatamente. Os ares lavados e vivos da serra tinham-lhe fortificado o sangue; voltava robusto, direito, simpático, com uma boa cor na pele trigueira.
..."
[Eça de Queiroz, O Crime do Padre Amaro]
Ontem andei pelo Montemuro (Beira Alta).
Na aldeia da Gralheira, concelho de Cinfães, mesmo ao lado da Feirão do Padre Amaro, por lá continuavam os mesmos velhos de sempre, de cajado na mão e pele arrepanhada pelo frio, a gozar a volta do sol. Apressados, mas, suponho, com pouco que fazer, circulavam rostos femininos escondidos sob a capa burel, ataviados com a tradicional roupagem preta, mas de botas revestidas com pêlo por dentro, bem diferentes das socas de madeira de antigamente. À saída da aldeia um ou outro pastor vigiava com displicência pequenos rebanhos de arouquesas pachorrentas, a enfardelar com avidez os primeiros rebentos de final de Inverno. A ovelhas circulavam mais longe, para os lados da Lagoa de D. João, ou mais alto na serra, em redor das penedias graníticas.
Ao contrário do que seria esperar numa terra tão agreste e distante dos grandes centros, senti as gentes felizes, despreocupadas, bem. O contentamento circula por aquelas ruas de séculos maceradas pelo gelo e pelo vento. Este vento que penetra até aos ossos, a detestada ventania de Inverno é afinal a causa de uma súbita regeneração. A serra povoou-se de gigantescos moinhos de vento. Fantásticos geradores eólicos com pás de 40 m produzem electricidade dita renovável, e uma renda fixa que pinga em contínuo nos bolsos dos proprietários do monte que até há bem pouco tempo ninguém consegui a vender. Bem melhor do que o subsídio da CE ou o borrego de final de Outono! Com a nova indústria vieram mecânicos, electricistas, engenheiros e até turistas da grande cidade para quebrar a solidão do defeso invernal. Nunca faltam clientes no restaurante da aldeia, com prato do dia e onze empregados a tempo inteiro. Os migrantes de primeira e segunda geração recuperam palheiros e casas devolutas para gozar a reforma quantas vezes oferecidas ao virar os cinquenta. Alí ao lado, em Campo Bem-Feito, instalou-se um grupo profissional de Teatro. A Câmaras Municipais, com as rendas das eólicas, mantêm as estradas impecáveis. As carreiras de passageiros levam e trazem os garotos para os novos centros escolares com aquecimento central e cantina, professor de ginástica e de inglês.
Outro tempos aqueles a que Eça se refere no capítulo terceiro do "Crime do Padre Amaro"!


Parou de chover há três dias e os fogos despontaram, automaticamente, pela mão dos pastores, um pouco por toda a Serra. Melhor agora do que no pino de Verão. O solo está húmido e as plantas continuarão dormentes à espera dos calores de Primavera. Estes fogos frios e "ajardinados" são uma prática tão antiga como necessária. A palhuça seca de Agrostis x fouilladei, Molinia caerulea ou de Arrhenatherum elatius subsp. bubosum que por ora cobre a serra de pouco serve: é o pão seco e bafiento do animal. Os tapetes densos de Halimium ou as toiças envelhecidas de Ulex minor «tojo-molar» atrapalham a circulação dos animais e retiram espaço à forragem. Uma pequena carqueja aqui, um pequeno giestal acolá, tudo somado dá muito fogo que não entra nas estatísticas, que escapa à atenção de jornalistas e analistas, mas que regenera o pasto e dá de comer aos rebanhos. Nas áreas queimadas, a partir da Primavera os rebentos túrgidos de proteína do Ulex minor podem ser pastados com proveito e compensar a fibra bruta das gramíneas do monte. Um fabuloso endemismo regional, a Armeria beirana, também é beneficiado pelas "limpezas" de Inverno de potenciais competidoras. Os bosquetes de carvalho-negral (Quercus pyrenaica) suprimem o fogo e lucram com a eliminação dos arbustos de Erica arborea que lhe consomem a luz. Se é certo que o fogo pode atrasar a regeneração do bosque também é verdade que a não impede. Cada vez que vou ao Montemuro vejo mais árvores.Os fogos violentos de Verão, esses sim, são indesejáveis e um produto da modernidade.
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Sistemas de agricultura,
Stress ou perturbação
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Verbascum levanticum (Scrophulariaceae)


Depois de uma verdadeira maravilha, aqui fica uma outra, que pensamos ser não menos interessante e não menos rara (pelo menos na Península Ibérica)!:
Verbascum levanticum I.K.Ferguson -- Bot. J. Linn. Soc. 64 (2): 230 (1971).
IPNI Plant Name Query Results
Esta extraordinária beldade do Levante, naturalizada em Coimbra há mais de um século, continua a encontrar-se no mesmo local, sempre sobre velhos muros calcários
(cf. Benedí in Flora iberica XIII: 67-68, 2009)
http://www.floraiberica.es/floraiberica/texto/pdfs/13_144_01_Verbascum.pdf
Como acompanhamento musical, vamos sugerir este belo andamento (allegro molto) do Concerto per mandolini RV558 de Vivaldi:
YouTube - Vivaldi : Concerto per mandolini RV558 (allegro molto)
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Biogeografia,
Scrophulariaceae,
Vegetação rupícola
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O espectacular Echium boissieri
Não consigo dizer muitas palavras - que alguém mais audaz avance para falar sobre esta planta. É uma planta simplesmente fantástica que temos o privilégio de ter em Portugal, e que estranhamente não se fala muito, apesar de, na minha opinião, estar em perigo. Aqui ficam algumas fotos, umas de uma população que o Marco Jacinto encontrou há uns anos na região de Ourém, outras de uma população mais clássica perto de Beja.
É estranhamente mais raro em Portugal do que seria de supor pela sua ecologia - vive facilmente em pousios e margens de caminhos. Como se vê nas fotos, um "vulgar" relvado perene (o "tal" habitat conhecido pelas múltiplas orquídeas que acolhe) serve-lhe perfeitamente.
Não sei ao certo quantas populações são conhecidas em Portugal, mas devem ser bastante poucas, e, pelo que vejo, sempre pequenas. Pelo que se vê no campo, parece ser uma planta que passa até 3 anos em roseta até, por fim, terminar a sua vida emitindo uma gigantesca inflorescência onde investe toda a sua energia. Uma inflorescência monumental, como um Agave.
Perdoem a figura humana, mas para servir de escala tem de ser:
Temo por esta planta. É de facto rara no nosso país (talvez não tanto em Espanha), e estas duas populações, pelo menos, podem não ter muito futuro. A de Beja em particular está a passar um mau bocado, empurrada para os taludes da estrada e margens de caminhos pelos girassóis que vegetam sob coberto do olival que já não é o que era. A de Ourém é um campo abandonado onde se instalou um relvado perene, e vê-se que a população está óptima, tem inúmeras plantas jovens, seedlings e adultos. Mas quem sabe o futuro deste relvado encaixado no meio de vinhas...
A espécie na verdade não tem problemas em regenerar. O problema é mesmo este ciclo de vida demasiado longo, impossível de sincronizar com a periodicidade tipicamente anual das actividades humanas.
Não deixa de ser uma estratégia estranha no contexto florístico que temos, que lembra, um bocadinho, as adaptações às ilhas.
É estranhamente mais raro em Portugal do que seria de supor pela sua ecologia - vive facilmente em pousios e margens de caminhos. Como se vê nas fotos, um "vulgar" relvado perene (o "tal" habitat conhecido pelas múltiplas orquídeas que acolhe) serve-lhe perfeitamente.
Não sei ao certo quantas populações são conhecidas em Portugal, mas devem ser bastante poucas, e, pelo que vejo, sempre pequenas. Pelo que se vê no campo, parece ser uma planta que passa até 3 anos em roseta até, por fim, terminar a sua vida emitindo uma gigantesca inflorescência onde investe toda a sua energia. Uma inflorescência monumental, como um Agave.
Perdoem a figura humana, mas para servir de escala tem de ser:
Temo por esta planta. É de facto rara no nosso país (talvez não tanto em Espanha), e estas duas populações, pelo menos, podem não ter muito futuro. A de Beja em particular está a passar um mau bocado, empurrada para os taludes da estrada e margens de caminhos pelos girassóis que vegetam sob coberto do olival que já não é o que era. A de Ourém é um campo abandonado onde se instalou um relvado perene, e vê-se que a população está óptima, tem inúmeras plantas jovens, seedlings e adultos. Mas quem sabe o futuro deste relvado encaixado no meio de vinhas...
A espécie na verdade não tem problemas em regenerar. O problema é mesmo este ciclo de vida demasiado longo, impossível de sincronizar com a periodicidade tipicamente anual das actividades humanas.
Não deixa de ser uma estratégia estranha no contexto florístico que temos, que lembra, um bocadinho, as adaptações às ilhas.
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Boraginaceae,
Vegetação de relvados perenes
domingo, 16 de janeiro de 2011
Echium portosanctense (Boraginaceae)
No meu último post (aqui) referi ao de leve que o género Echium especiou intensamente nas ilhas macaronésicas, excepto no arquipélago dos Açores.
Estão descritos dois Echium endémicos na ilha da Madeira:
o Echium nervosum nos andares de vegetação basais e o ...
... Echium candicans lá em cima, na montanha.
Boas notícias! Acabou de ser descrito um novo Echium endémico, desta feita na Ilha de Porto Santo (ver aqui).
Aqui está ele:
[fotos C. Aguiar]
Estão descritos dois Echium endémicos na ilha da Madeira:
o Echium nervosum nos andares de vegetação basais e o ...
... Echium candicans lá em cima, na montanha.
Boas notícias! Acabou de ser descrito um novo Echium endémico, desta feita na Ilha de Porto Santo (ver aqui).
Aqui está ele:
Echium portosanctense.
[fotos C. Aguiar]
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