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sábado, 8 de novembro de 2025

Hypericum humifusum Linnaeus, Sp. Pl.: 785 (1753) (Hypericaceae, Malpighiales, Rosanae, Magnoliopsida)

Hypericum humifusum Linnaeus, Sp. Pl.: 785 (1753) (Hypericaceae, Malpighiales, Rosanae, Magnoliopsida) - in Coimbra (BL), alt. c. 100 m s. m., 8.XI.2025.

segunda-feira, 11 de agosto de 2025

Hypericum humifusum L., Sp. Pl.: 785. 1753 (Hypericaceae, Malpighiales, Rosanae, Magnoliopsida) (Cl. Isoëto-Nanojuncetea Br.-Bl. & Tx. ex Westhoff, Dijk & Passchier 1946, Overz. Plantegem. Neder. 2.: 39)

Hypericum humifusum L., Sp. Pl.: 785. 1753 (Hypericaceae, Malpighiales, Rosanae, Magnoliopsida), cum Mentha Pulegium L., Sp. Pl.: 577. 1753 (Labiatae, Lamiales, Asteranae, Magnoliopsida) (Cl. Isoëto-Nanojuncetea Br.-Bl. & Tx. ex Westhoff, Dijk & Passchier 1946, Overz. Plantegem. Neder. 2.: 39) - in Coimbra (BL), alt. c. 100 m s. m., 9.VIII.2025.

quinta-feira, 17 de julho de 2025

Hypericum humifusum L. (Hypericaceae, Malpighiales, Rosanae, Magnoliopsida, Magnoliophyta) (corolla tetramera)

Hypericum humifusum L., Sp. Pl.: 785. 1753 (Hypericaceae, Malpighiales, Rosanae, Magnoliopsida, Magnoliophyta), in Coimbra, alt. c. 100 m s. m., 17.VII.2025 (corolla tetramera).

sábado, 3 de maio de 2025

terça-feira, 12 de setembro de 2023

Carex extensa Goodenough (Cyperaceae, Poales)

Penso tratar-se de Carex extensa Goodenough (Cyperaceae, Poales), em frutificação em Coimbra (BL), 29TNE4950, alt. 100 m, 12.IX.2023.

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Isothecium myosuroides Bridel (Lembophyllaceae)

Fotografámos recentemente (3 e 4.IV.2023) em Coimbra (BL), em vasos, alt. 100 m, 29TNE4950, um belo musgo, abundantemente "frutificado", com muitas cápsulas (deiscentes através de um opérculo), que nos parece ser Isothecium myosuroides Bridel var. myosuroides (Lembophyllaceae), um musgo aparentemente muito comum em Portugal continental. Citando duas ilustres especialistas (briólogas): «É um musgo nativo da Europa Ocidental, bem como da América do Norte Ocidental e Oriental, ocorrendo desde o nível do mar até elevações médias. Em Portugal, é abundante nas áreas ocidentais, especialmente em florestas de carvalho (Quercus spp.) e outras árvores nativas da flora portuguesa. No Parque Biológico, é possível observar esta espécie a crescer em diferentes tipos de substrato, perto do solo, ou sobre a base do tronco das árvores autóctones, especialmente do género Quercus (carvalhos). Surge também sobre pedras de granito ou xisto e em muros, em áreas florestadas ou sombreadas. À escala do tamanho dos musgos, esta espécie forma verdadeiras miniflorestas, revestindo superfícies inorgânicas (como a rocha) ou aparentemente mortas (como raízes expostas e bases de troncos de árvores). Por ser uma espécie que cresce ao longo de vários anos, tem sido usada como bioindicador da deposição de nitrogénio e de metais pesados nos carvalhais um pouco por todo o mundo. Os ramos e caules do Isothecium myosuroides albergam também muitas comunidades de organismos minúsculos como algas, fungos e muitos animais de pequenas dimensões, onde germinarão também sementes de outras plantas. Estes tufos funcionam, assim, como um berçário de vida, protegendo várias comunidades interdependentes e vivas, escondidas à “sombra” de um musgo.» (Texto: Cristiana Vieira (MHNC-UP) e Helena Hespanhol (CIBIO-InBIO). Foto: Cristiana Vieira (MHNC-UP). Fonte - Revista «Parques e Vida Selvagem» n.º 59.) (https://www.parquebiologico.pt/animais-plantas/flora/briofitas/item/musgo-arvore)

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Epilobium parviflorum Schreber (Onagraceae, Myrtales)

Fotografámos Epilobium parviflorum Schreber (Onagraceae, Myrtales), em Coimbra, em 17.VII.2021. É uma planta espontânea, que gosta de sítios húmidos e floresce no Verão, de vasta distribuição eurasiática, norte-africana e macaronésica (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=440866&size=medium).

quinta-feira, 1 de julho de 2021

Hypericum tomentosum L. (Hypericaceae)

Hypericum tomentosum L. (Hypericaceae) em Coimbra (BL), 20.VI.2021.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Eriophorum angustifolium Honckeny (Cyperaceae)

Esta bela planta parece ser Eriophorum  angustifolium Honckeny (Cyperaceae), que fotografámos em TM: Montalegre: Meixide, num lameiro húmido, alt. ca. 860 m, em 18.VI.2020.

sábado, 25 de abril de 2020

Uma flor mutante de Kickxia spuria ssp. integrifolia (Brot.) R. Fernandes (Plantaginaceae)

Fotografámos hoje em Coimbra uma uma flor mutante de Kickxia spuria (L.) Dumortier ssp. integrifolia (Brot.) R. Fernandes (= Antirrhinum spurium var. integrifolium Brot.) (Plantaginaceae, ex Scrophulariaceae), com simetria mais ou menos actinomórfica ou radial, incluindo cinco pequenos esporões triangulares - em vez de um só esporão mais longo e em forma de gancho. O tubo da corola é muito mais longo e tubuloso que o habitual. As duas máculas purpúreas mantêm-se e a face da corola continua a ter simetria zigomórfica ou bilateral, embora se apresente mais aberta que nas flores normais.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Lotus parviflorus Desf. (Leguminosae = Fabaceae)





Lotus parviflorus Desf. (Leguminosae = Fabaceae), é um endemismo da Região Mediterrânica  (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=537400&size=medium), e uma espécie característica da aliança Agrostion Pourretii, da classe Isoeto-Nanojuncetea (Rivas-Martínez & al. in Itinera Geobotanica 15 (2): 440 & 636, 2002), relativamente comum em Portugal (http://flora-on.pt/#/1Lotus+parviflorus), fotografado na BL: Coimbra, 29TNE4950, alt. ca. 100 m, em 1.VIII.2018.

sábado, 27 de janeiro de 2018

Watsonia Meriana (L.) Miller (Iridaceae)




Watsonia Meriana (L.) Miller = Antholyza Meriana L. (basiónimo), uma bonita Iridácea de origem sul-africana, que se encontra raramente naturalizada na Europa

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Centunculus minimus L. (Primulaceae) e outras plantas anuais



Hoje trazemos aqui uma planta pouco comum e pouco observada em Portugal (http://flora-on.pt/#/1Centunculus+minimus): o pequeno morrião anual Centunculus minimus L. = Anagallis minima (L.) E.H.L. Krause (Primulaceae), que encontrámos no CW calc.: BL: Condeixa-a-Nova: Conímbriga, 29TNE4438, 9.IV.2017.
Também é possível observar outras plantas anuais interessantes de flor amarela como Cicendia filiformis (L.) Delarbre = Gentiana filiformis L. (Gentianaceae), Trifolium campestre Schreb. (Leguminosae = Fabaceae), e Sagina apetala Ard. (Caryophyllaceae), de flores amareladas-esverdeadas.
Centunculus minimus e Cicendia filiformis são duas plantas características da classe de vegetação Isoeto-Nanojuncetea, que inclui vegetação pioneira anual anã efémera de locais temporariamente inundados - na estação das chuvas, secando depois na estação seca (RIVAS-MARTÍNEZ, S., T.E. DÍAZ, F. FERNÁNDEZ-GONZÁLEZ, J. IZCO, J. LOIDI, M. LOUSÃ & A. PENAS. 2002. Vascular plant communities of Spain and Portugal. Addenda to the syntaxonomical checklist of 2001. Part II. Itinera Geobotanica 15 (2): 433-922).

No mesmo local encontrámos também outras plantas típicas da mesma classe Isoeto-Nanojuncetea, como: Chaetopogon fasciculatus (Link) Hayek (Gramineae = Poaceae), Hypericum humifusum L. (Hypericaceae), Juncus bufonius L. e Juncus capitatus Weigel (Juncaceae) e Radiola linoides Roth (Linaceae). Esperamos aqui voltar a postar em breve sobre esta vegetação tão característica.

Agradecemos a companhia e o transporte nestas excursões aos excelentes amigos J. Marques, M.G. Pereira e M.J. Pereira.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Heliotropium supinum L. (Boraginaceae)


Este heliotrópio: Heliotropium supinum L. (Boraginaceae), de vasta distribuição na Região Mediterrânica (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=436112&size=medium), pode encontrar-se em Portugal sobretudo no Centro e Sul, nos «leitos secos de linhas de água, sobre solos arenosos sub-húmidos, por vezes algo salubres ou nitrificados» (http://flora-on.pt/#/1Heliotropium+supinum). Nós fotografámo-lo hoje, no leito seco do Rio dos Mouros, entre Condeixa e Penela, 29TNE4535, alt. ca. 140 m, em pleno CW. calc. (BL).

Agradecemos aos amigos M.G. Pereira, M.J. Pereira & J. Marques pela excelente companhia nesta pequena excursão botânica.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Lindernia dubia (L.) Pennel (Linderniaceae)


Aqui fica o nosso postal de Natal 2015, com os votos de Boas Festas e Bom Ano 2016 para todos os participantes e visitantes deste blog: Lindernia dubia (L.) Pennel (= Gratiola dubia L.) (Linderniaceae), que fotografámos num arrozal, na BL: conc. de Figueira da Foz: Maiorca, 29TNE2452, em 7.IX.2015.
Trata-se de uma planta de origem americana, de vasta distribuição, que se pode encontrar tanto na América do Norte como na América do Sul. Antigamente era uma escrofulariácea, mas actualmente possui a sua própria família: Linderniaceae.
Agradecemos a A.C. Matos e a F. Verloove pela companhia nesta pequena excursão botânica estival, na qual várias plantas interessantes foram encontradas.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Taxodium distichum (L.) Rich. (Cupressaceae) naturalizado em Portugal

 


Taxodium distichum (L.) L.C.M. Richard, in Ann. Mus. Natl. Hist. Nat. 16: 298. 1810
= Cupressus disticha L., Sp. Pl.: 1003. 1753
Esta gimnospérmica norte-americana (natural do SE dos Estados Unidos), caducifólia, pode considerar-se entre nós possivelmente como um agriófito. É um fanerófito, que terá sido introduzido sobretudo como ornamental, podendo ter também interesse pela sua madeira e pela sua utilidade ecológica, para fixar terrenos arenosos nas zonas costeiras ou próximas do mar, pois “Tem particular interêsse no revestimento de terrenos encharcados, inundáveis e margens de cursos de água” (Amaral Franco, Dendrologia Florestal, 1943: 69).
Encontrámo-la bem naturalizada e aparentemente em expansão na margem da Lagoa das Braças (BL: Figueira da Foz: Quiaios), 29TNE165552, alt. ca. 45 m, em 29 de Setembro de 2015, como permitem comprovar as quatro fotos seguintes, nas quais se podem ver os característicos pneumatóforos (nas fotos 1, 2 e 3), assim como o aspecto geral da árvore (foto 4).
A Med-Checklist (1984) e a Flora iberica (1986) não referem esta árvore, a Flora Europaea (ed. 2, 1993) e a Euro+Med Plantbase (2014) não a indicam para Portugal, assim como Amaral Franco, na Nova Flora de Portugal (1971) e Amaral Franco e Rocha Afonso em Distribuição de Pteridófitos e Gimnospérmicas em Portugal (1982); contudo, em 1943, na sua Dendrologia Florestal, Amaral Franco já mencionava esta espécie norte-americana, natural do SE dos Estados Unidos, como quase naturalizada: «Na Marinha Grande, existem exemplares com 31 m. de altura e 0,52 m. de diâmetro à altura de peito, sendo a sua propagação natural tão fácil que se pode até considerar quási subespontâneo». Propaga-se muito bem por semente, possuindo as suas sementes «um coeficiente germinativo de 40-60 %» (Amaral Franco, 1943: 68-69).
Na Europa, encontra-se sobretudo cultivada, em diversos países, embora na Bélgica seja já considerada como “Casual alien” ou “Très rarement subspontané” (Verloove, F. 2006 – Catalogue of neophytes in Belgium (1800-2005) - Scripta Botanica Belgica (Meise), 39: 81; Lambinon, J. & Verloove, F. – Nouvelle Flore de la Belgique, du Grand-Duché de Luxembourg, du nord de la France et des régions voisines (Ptéridophytes et Spermatophytes), Ed. 6 (Deuxième tirage, avec corrections). Meise. 2015: 51; Raab-Straube, E. von (2014): Gymnospermae. – In: Euro+Med Plantbase - the information resource for Euro-Mediterranean plant diversity.)
Agradecemos a A.C. Matos e a M.J. Pereira pela companhia nesta excursão botânica, assim como a F. Verloove pela sugestão de visitar este local fascinante.