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sexta-feira, 20 de junho de 2025
segunda-feira, 1 de janeiro de 2024
Vicia lutea Linnaeus subsp. lutea (Leguminosae = Fabaceae, Fabales)
Com os nossos votos de um ano 2024 feliz e próspero para todos, aqui fica a bela Vicia lutea Linnaeus subsp. lutea (Leguminosae = Fabaceae, Fabales), em Coimbra (BL), alt. 100 m, 30.XII.2023, actualmente em floração! Está acompanhada por uma infrutescência seca, persistente, de Carex sp., talvez C. flacca Screber (Cyperaceae, Poales).
terça-feira, 12 de setembro de 2023
Carex extensa Goodenough (Cyperaceae, Poales)
Penso tratar-se de Carex extensa Goodenough (Cyperaceae, Poales), em frutificação em Coimbra (BL), 29TNE4950, alt. 100 m, 12.IX.2023.
quinta-feira, 7 de setembro de 2023
Carex sp. (Cyperaceae, Poales)
Carex sp. (Cyperaceae, Poales) in Coimbra (BL), 29TNE4950, alt. ca. 100 m, 7.IX.2023 - Pode ser C. flacca Schreber, segundo sugestão do ilustre botânico Enrique Sánchez Gullón.
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domingo, 21 de maio de 2023
Podarcis hispanicus Steindachner, 1870 (Lacertidae), entre várias plantas
Podarcis hispanicus Steindachner, 1870 (Lacertidae), fotografada em Coimbra (BL), alt. 100 m, NE4950, em 21.V.2023, no meio de várias plantas, pertencentes a diversas famílias (Cactaceae, Crassulaceae, Cyperaceae, Euphorbiaceae, Gentianaceae, Gramineae, Onagraceae, Plantaginaceae, etc.).
sexta-feira, 3 de julho de 2020
Digitalis purpurea Linnaeus (Plantaginaceae)
Digitalis purpurea Linnaeus "dedaleira" (Plantaginaceae, ex Scrophulariaceae), fotografada na Serra de Montemuro: TM: Lamego: "Ponte de Reconcos", perto do rio Balsemão, na margem da EN 2, 29TNF9442, alt. ca. 870 m, 18.VI.2020, acompanhada por numerosas outras espécies, entre as quais: Paradisea lusitanica (Asparagaceae), Echium lusitanicum, Lithodora prostrata e Omphalodes nitida (Boraginaceae), Campanula lusitanica e Jasione montana (Campanulaceae), Cistus psilosepalus, Halimium lasianthum subsp. alyssoides e Tuberaria guttata (Cistaceae), Carex sp. pl. (Cyperaceae), Achillea Millefolium, Andryala integrifolia, Anthemis arvensis, Cirsium palustre, Crepis capillaris, Hispidella hispanica, Senecio sylvaticus, etc. (Compositae), Erica arborea (Ericaceae), Quercus pyrenaica (Fagaceae), Arrhenatherum elatius ssp. bulbosum, Celtica gigantea, Holcus lanatus, Trisetaria ovata, etc. (Gramineae), Luzula sp. e Juncus sp. pl. (Juncaceae), Lavandula pedunculata, Prunella grandiflora, Teucrium Scorodonia (Labiatae), Cytisus multiflorus e C. striatus, Lotus corniculatus ssp. carpetanus e L. pedunculatus, Trifolium arvense, T. dubium, T. pratense, T. repens, etc. (Leguminosae), Dactylorhiza caramulensis (Orchidaceae), Anarrhinum bellidifolium, Linaria triornithophora, Plantago Coronopus, P. lanceolata e Veronica arvensis (Plantaginaceae), Aquilegia dichroa, Caltha palustris e Ranunculus bulbosus (Ranunculaceae)...
segunda-feira, 29 de junho de 2020
Eriophorum angustifolium Honckeny (Cyperaceae)
Esta bela planta parece ser Eriophorum angustifolium Honckeny (Cyperaceae), que fotografámos em TM: Montalegre: Meixide, num lameiro húmido, alt. ca. 860 m, em 18.VI.2020.
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Cyperus esculentus L. (Cyperaceae)
O Outono começou hoje e não queremos deixar de assinalar este início de uma estação que se deseja amena e proveitosa! Tal como a planta anterior (Cyperus difformis L.), esta de hoje - Cyperus esculentus L. - também pertence à família Cyperaceae e ao género Cyperus L.
Encontrámo-la no mesmo local, nos arrozais do baixo Mondego.
Foi fotografada no conc. da Figueira da Foz, pr. Maiorca, 29TNE2451, em 7.IX.2015.
Encontrámo-la no mesmo local, nos arrozais do baixo Mondego.
Foi fotografada no conc. da Figueira da Foz, pr. Maiorca, 29TNE2451, em 7.IX.2015.
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Cyperus difformis L. (Cyperaceae)
Vem aí o Outono e as chuvas outonais já começaram. Para comemorar trazemos aqui hoje uma bela planta que ocorre por exemplo nos arrozais do baixo Mondego.
Foi fotografada no conc. da Figueira da Foz, pr. Maiorca, 29TNE2451, em 7.IX.2015.
Foi fotografada no conc. da Figueira da Foz, pr. Maiorca, 29TNE2451, em 7.IX.2015.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Carex divulsa Stokes (Cyperaceae)
Cyperaceae Carex divulsa Stokes, Bot. Arr. Brit. Pl., ed. 2. 2: 1035. 1787
(http://www.ipni.org/ipni/idPlantNameSearch.do?id=299519-1)
que fotografámos no Jardim Botânico de Coimbra, num relvado, a uma altitude de cerca de 90 m, em 8.IV.2013, e também nos arredores do dito Jardim, em dois outros locais distintos.
sábado, 26 de maio de 2012
Carex lusitanica (Cyperaceae)
Ciclicamente
escrevo sobre lameiros. Se buscarem a palavra lameiro no "pesquisar neste blogue" foram 13 os posts, nestes três anos e pico de "Das plantas e das pessoas". Vivo em Trás-os-Montes, sou agrónomo e gosto de plantas - era inevitável.
O fogo é uma forma de conter o alastramento da espécie a partir das linhas de água. Para que os cárices lusitanos ardam o prado tem que estar bem seco, e a humidade relativa baixa.
Nestas condições o risco de ignição de matos e matas vizinhos aos lameiros, a partir das queimadas é grande.
Depois do fogo as plantas tomam este extraordinário aspecto:
Num dos posts (aqui) referi os riscos de uma gestão relaxada dos lameiros. O dono descuida-se, não fena, não arranca as ervas-daninhas à enxada, não limpa muros e agueiras, e rapidamente se espandem plantas indígenas pouco produtivas, de baixa palatibilidade. Tenta-se o fogo, o herbicida, mas a certa altura a boa flora pratense só é recuperável com uma mobilização seguida de ressementeira.
Hoje trago uma das infestantes mais perniciosas dos lameiros mal-tratados, o Carex lusitanica (Cyperaceae):
Hoje trago uma das infestantes mais perniciosas dos lameiros mal-tratados, o Carex lusitanica (Cyperaceae):
O C. lusitanica, com o passar dos anos, desenvolve uma toiça densa, em altura, com uma grande quantidade de folhas secas na base:
O fogo é uma forma de conter o alastramento da espécie a partir das linhas de água. Para que os cárices lusitanos ardam o prado tem que estar bem seco, e a humidade relativa baixa.
Nestas condições o risco de ignição de matos e matas vizinhos aos lameiros, a partir das queimadas é grande.
Os cadáveres das toiças de C. lusitanica fazem lembrar, por exemplo, as Xanthorrhoeaceae australianas (foto de Xanthorrhoeaceae, Jardim Botânico da Universidade do Porto) .
De fora considerações filogenética, o C. lusitanica tem logo uma irremediável diferença em relação aos seus análogos tropicais: suporta bem o frio; fazia um frio de rachar quando foram gravadas as fotos da espécie aqui apresentadas.
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
O fim da biodiversidade litoral
Rhynchospora modesti-lucennoi (foto: Duarte Silva)
Apesar de as áreas classificadas da Rede Natura ocuparem 21% do território Nacional, estamos longe de ter a perda de biodiversidade sob controlo. Em primeiro lugar, classificado não é a mesma coisa que protegido. Basta pensar no empreendimento da Barragem do Sabor e no caso A24 que atravessa a melhor área de carvalhal do sítio Alvão/Marão. Em segundo lugar, a maior parte das áreas classificadas estão em zonas do interior do país, onde a desertificação humana está a promover o restauro ecológico da paisagem. Mas olhando para as zonas litorais, o panorama é completamente diferente. A erosão costeira, a eutrofização excessiva e a construção sem ordenamento estão a transformar para sempre a paisagem litoral. E se fosse feito um Livro Vermelho da Flora Vascular neste momento algumas das plantas mais raras estariam em áreas litorais. Resolvi então falar de algumas dessas plantas e da sua situação no Norte de Portugal, para pintar um pouco do retrato da conservação vegetal em Portugal em comparação com os nossos vizinhos Espanhóis. Rhynchospora modesti-lucennoi (Em perigo critico no Livro Vermelho da flora vascular Espanhola) está a desaparecer nas zonas das lagoas de Quiaios devido a eutrofização das mesmas. Recentemente foi descoberta uma população perto de Ponte de Lima. Genista ancistrocarpa (Em Perigo Critico no Livro Vermelho da flora vascular Espanhola) possui algumas boas populações em Ponte de Lima e Viana do Castelo e Chaves mas foi extinta no resto da área. Euphorbia uliginosa (Em Perigo Critico no Livro Vermelho da flora vascular Espanhola) encontra-se provavelmente extinta no norte de Portugal, tendo algumas boas populações no Centro de Portugal. Cheirolophus uliginosus (Em Perigo Critico no Livro Vermelho da flora vascular Espanhola) ocorre num local em Vila Nova de Gaia, tendo algumas boas populações no Centro de Portugal. Succisella carvalhoana, Selinum broteri, Dryopteris guanchica e Linkagrostis juresii estão classificados como vulneráveis em Espanha mas a sua situação em Portugal é uma incógnita. Estas plantas estão quase todas associadas a ambientes oligotróficos litorais que se tornaram raros devido a uma política agrícola comum que promoveu uso excessivo de fertilizantes.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Sapal externo vrs. sapal interno
Se gosta de botânica, e de geobotânica (= ciência da vegetação), tem, quanto antes, de se iniciar na exploração dos nossos sapais. Aprender a distinguir as plantas halófilas e sub-halófilas, e perceber a forma como se organizam ao longo dos gradientes ecológicos prevalecentes no sapal é uma experiência indispensável Acredite, nem se dá pelo passar das horas.
Como começar?
Para entender os sapais é necessário, em primeiro lugar, identificar os dois gradientes fundamentais que controlam a organização da vegetação de sapal. O primeiro é um gradiente de salinidade, de montante para jusante; horizontal, portanto. O segundo, um gradiente vertical, microtopográfico, chamemos-lhe assim.
O primeiro gradiente é fácil de discernir nos sapais abastecidos por cursos de água doce. A jusante, na direcção do mar, onde o teor em sal do solo e da água é mais elevado, situa-se o sapal externo, dominado por gramíneas e por amarantáceas de caules carnudos e articulados. A montante, quando a influência da água do mar se rarefaz, encontra-se o sapal interno, geralmente colonizado por plantas não a moderadamente halófilas, muitas delas de fisionomia graminóide (i.e. com a forma de gramíneas) e de grande biomassa. Exemplos: Bolboschoenus (Scirpus) maritimus (Cyperaceae) «triângulo», Arundo donax (Poaceae) «cana», Phragmites australis (Poaceae) «caniço» e Typha latifolia (Typhaceae) «tabúa-larga».
Neste sapal alentejano observa-se em primeiro plano um sapal externo médio de Sarcocornia fruticosa orlado, lá trás, por uma comunidade de Arundo donax (Poaceae) «cana». Neste exemplo, a lavagem dos sais pelas águas de escorrência superficial e subsuperficial, concatenada com a acumulação de um pequeno coluvião, são suficientes para que se diferencie uma estreita faixa de solo adequada ao desenvolvimento de uma comunidade característica do sapal interno.
Bolboschoenus maritimus (Cyperaceae) «triângulo»
Bolboschoenus maritimus (Cyperaceae) «triângulo», pormenor da inflorescência
Phragmites australis (Poaceae) «caniço»
Para saber mais sobre este tema haverá que ler a ficha Rede Natura 2000 dedicada aos estuários (clicar aqui).

Ficha Rede Natura 2000 dedicada aos estuários realizada pela ALFA-Associação Lusitana de Fitossociologia
O dito gradiente microtopográfico fica para o próximo post ;)
[fotos C. Aguiar]
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Comunidades de paredes ressumantes do SW Alentejano
Nas escarpas litorais com águas ressumantes organiza-se umas das comunidades de plantas mais notávies do SW Alentejano. Recentemente, um grupos de fitossociólogos, encabeçados pelo Prof. Carlos Neto da Fac. Letras da Univ. Cl. de Lisboa, descreveu esta comunidade sob o nome Didymodon spadicei-Adiantetum capilli-veneris (classe Adiantetea).
O Didymodon-Adiantetum capilli-veneris é dominado pelo feto Adiantum capillus-veneris «avenca». Acompanha este feto um leque variado de espécies onde se destacam, entre outras, o Samolus valerandi e o Isolepis setacea(= Scirpus setaceus).
Samolus valerandi (Theophrastaceae). Planta recentemente transferida para a família Theophrastaceae, comum nos solos temporariamente encharcados do litoral centro e sul.
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Isolepis setacea (Cyperaceae). Uma das plantas mais frequentes nas comunidades de solos temporariamente encharcados um pouco por todo o Portugal Continental
Nas comunidades de escarpas ressumantes litorais do SW Alentejano é comum um Plantago coronopus perene, de folhas crassas (gordas) dentadas no ápice que o Prof. João do Amaral Franco designou por P. coronopus subsp. occidentalis. Este táxone é dificilmente sustentável porque são frequentes morfologias intermédias entre ele e as formas continentais de P. coronopus. Vi plantas semelhantes a estas nas arribas litorais da Ilha de S. Miguel.
Ecótipo litoral de Plantago coronopus (Plantaginaceae).
[Fotos C. Aguiar]
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