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quinta-feira, 3 de abril de 2025
Liquidambar styraciflua L. (Altingiaceae, Saxifragales, Magnoliopsida, Angiospermae)
Liquidambar styraciflua L. (Altingiaceae, Saxifragales, Magnoliopsida, Angiospermae) - in Coimbra (BL), alt. c. 20 m s. m., 27.III.2025, arbor culta in urbe.
sábado, 8 de fevereiro de 2025
Cornus capitata Wallich ex Roxburgh (Cornaceae, Cornales, Magnoliopsida)
Cornus capitata Wallich ex Roxburgh (Cornaceae, Cornales, Magnoliopsida) - Madrid, Real Jardín Botánico, 8.IX.2002, frutex cultus in horto botanico.
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Morina persica L. (Morinaceae)
Como postal de Natal de
2017, e com os nossos votos de Boas Festas e um ano de 2018 harmonioso e
próspero, trazemos hoje aqui a belíssima Morina persica L. (Morinaceae), uma planta que
se pode encontrar nas montanhas da regiões Balcânica e Mediterrânica Oriental
(cf. Domina, G. (2017+): Morinaceae. – In: Euro+Med
Plantbase - the information resource for Euro-Mediterranean plant diversity.: http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Morina%20persica&PTRefFk=7500000).
Fotografámo-la nas montanhas serpentínicas próximas de Boboshticë (Albânia: condado de Korçë), alt. ca. 1300 m, em 11.VI.2017.
Fotografámo-la nas montanhas serpentínicas próximas de Boboshticë (Albânia: condado de Korçë), alt. ca. 1300 m, em 11.VI.2017.
terça-feira, 4 de julho de 2017
Nandina domestica Thunberg (Berberidaceae) + um insecto não identificado
Em 13.VI.2017, em Metéora (Grécia: Tessália), fotografámos esta bela berberidácea asiática, Nandina domestica Thunberg, única espécie do género Nandina Thunberg, frequentemente cultivada como ornamental, acompanhada por um insecto bem colorido não identificado.
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Plantas ornamentais
segunda-feira, 7 de março de 2016
Crassula muscosa L. e Graptopetalum paraguayense (N.E. Br.) E. Walther (Crassulaceae).
Em 21 de Fevereiro de 2016 publicámos aqui um post com Laurus nobilis L. (Lauraceae) epífita sobre Melia Azedarach L. (Meliaceae), em Coimbra, 29TNE4951, alt. ca. 70 m.
Fizemos então referência a outras plantas encontradas epífitas nas mesmas árvores (mélias muito antigas): Hedera cf. Helix (Araliaceae), Polypodium cf. cambricum (Polypodiaceae), Sedum album L. e Umbilicus rupestris (Salisb.) Dandy (Crassulaceae).
E ainda, igualmente sobre Melia Azedarach, referimos duas plantas ornamentais exóticas suculentas bem curiosas que já tínhamos encontrado anteriormente escapadas de cultura: Crassula muscosa L. (syn.: Crassula lycopodioides Lam.) e Graptopetalum paraguayense (N.E. Br.) E. Walther (= Cotyledon paraguayensis N.E. Br.) (Crassulaceae).
Aqui ficam elas, fotografadas hoje no mesmo local, 7.III.2016.
Fizemos então referência a outras plantas encontradas epífitas nas mesmas árvores (mélias muito antigas): Hedera cf. Helix (Araliaceae), Polypodium cf. cambricum (Polypodiaceae), Sedum album L. e Umbilicus rupestris (Salisb.) Dandy (Crassulaceae).
E ainda, igualmente sobre Melia Azedarach, referimos duas plantas ornamentais exóticas suculentas bem curiosas que já tínhamos encontrado anteriormente escapadas de cultura: Crassula muscosa L. (syn.: Crassula lycopodioides Lam.) e Graptopetalum paraguayense (N.E. Br.) E. Walther (= Cotyledon paraguayensis N.E. Br.) (Crassulaceae).
Aqui ficam elas, fotografadas hoje no mesmo local, 7.III.2016.
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Laurus nobilis L. (Lauraceae), planta epífita?
Observámos e fotografámos hoje (20.02.2016) em Coimbra, 29TNE4951, alt. ca. 70 m, sobre Melia Azedarach L. (Meliaceae) um curioso arbusto epífito: Laurus nobilis L. (Lauraceae), cujas sementes terão provavelmente sido levadas pelos pássaros. Outras plantas encontradas epífitas nas mesmas árvores (mélias muito antigas) são Hedera cf. Helix (Araliaceae), Polypodium cf. cambricum (Polypodiaceae), Sedum album L. e Umbilicus rupestris (Salisb.) Dandy (Crassulaceae).
Noutras ocasiões temos observado, sobre as mesmas árvores, as plantas exóticas suculentas escapadas de cultura Crassula muscosa L. e Graptopetalum paraguayense (N.E. Br.) E. Walther (Crassulaceae).
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Lindernia dubia (L.) Pennel (Linderniaceae)
Aqui fica o
nosso postal de Natal 2015, com os votos de Boas Festas e Bom Ano 2016 para
todos os participantes e visitantes deste blog: Lindernia dubia (L.) Pennel (= Gratiola
dubia L.) (Linderniaceae), que fotografámos num arrozal, na BL: conc. de
Figueira da Foz: Maiorca, 29TNE2452,
em 7.IX.2015.
Trata-se de uma planta de origem americana, de vasta distribuição,
que se pode encontrar tanto na América do Norte como na América do Sul.
Antigamente era uma escrofulariácea, mas actualmente possui a sua própria família:
Linderniaceae.
Agradecemos a A.C. Matos
e a F. Verloove pela companhia nesta pequena excursão botânica estival, na qual
várias plantas interessantes foram encontradas.
.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Streptocarpus saxorum Engler (Gesneriaceae)
Adquirimos (por um preço modesto) uma curiosa planta ornamental exótica de folhas opostas, ovadas, inteiras e pubescentes, com belas flores violáceas de simatria bilateral e frutos aparentemente deiscentes e até talvez ligeiramente explosivos, podendo talvez expelir as sementes, um pouco semelhantes aos das Impatiens (Balsaminaceae). A planta parece ser perene e poderia ser eventualmente uma acantácea, gesneriácea ou escrofulariácea em sentido lato, ou pertencer a uma família afim, do vasto grupo das Simpétalas...
Antecipadamente, agradecemos as sugestóes dos amigos blogueiros!
Antecipadamente, agradecemos as sugestóes dos amigos blogueiros!
A sugestão Streptocarpus saxorum Engler (Gesneriaceae) encaixa perfeitamente e parece-nos inteiramente apropriada para esta espécie perene sul-africana e capense, de frutos torcidos deiscentes e sementes pequenas e numerosas, conforme se poderá consultar por exemplo nestes sites:
segunda-feira, 15 de junho de 2015
Gunnera sp. (Gunneraceae)
Ainda aqui não tinha sido postada uma Gunnera (da família Gunneraceae, predominantemente do Hemisfério Sul), por isso aqui fica. Foi fotografada no concelho de Vouzela: Figueiredo das Donas, alt. ca. 300 m, em 22.V.2015.
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domingo, 5 de outubro de 2014
Actinidia chinensis Planchon (Actinidiaceae)
Postamos hoje aqui a bela Actinidia chinensis Planchon, da família exótica Actinidiaceae (http://en.wikipedia.org/wiki/Actinidia_chinensis), famosa pelos seus saborosos frutos (kiwis), que possuem o mesmo nome de uma extraordinária ave neozelandesa (http://en.wikipedia.org/wiki/Kiwi).
Esta espécie frutícola é frequentemente cultivada em Portugal, também por vezes como planta ornamental.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Ailanthus altissima (Miller) Swingle (Simaroubaceae)
Para comemorarmos devidamente o Equinócio de Outono, aqui fica a espantosa árvore Ailanthus altissima (Miller) Swingle = Toxicodendron altissima Miller (Simaroubaceae), invasora tão comum na Região Euro-Mediterrânica (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=353085&size=medium).
As fotos são maioritariamente de Coimbra (4 fotos: X.2007-IX.2014), mas incluímos uma de Taormina, com a baía vista do topo do anfiteatro (IX.2005), e outra de Silves, castelo em tijolo, com Ricinus communis L. (Euphorbiaceae) (VI.1999).
sábado, 28 de setembro de 2013
Argania spinosa (L.) Skeels (Sapotaceae)
Aqui fica mais uma planta fascinante, um arbusto de origem norte-africana (Marrocos), cujos frutos consta serem apreciados pelas cabras (fotos: 9.IX.2013, Jardim Botânico de Palermo):
domingo, 22 de setembro de 2013
Ibicella lutea (Lindl.) van Eselt. (Martyniaceae)
Trazemos hoje aqui mais uma bela planta ornamental e viscosa, possivelmente subespontânea no Jardim Botânico de Palermo (foto de 9.IX.2013):
Ibicella lutea (Lindl.) van Eselt. = Martynia lutea Lindl. (Martyniaceae), espontânea na América do Norte e na América do Sul (http://en.wikipedia.org/wiki/Ibicella).
segunda-feira, 11 de março de 2013
Lophira lanceolata (Ochnaceae)
A Lophira lanceolata é uma das árvores mais belas que alguma vez tive felicidade de admirar:
Esta Lophira é espécie comum nas florestas tropicais com estação seca, desde o Senegal e das Guinés até ao Sudão. Fácil de fácil de distinguir com, ou sem flor, como nenhuma outra. Além de vistosíssimas flores, mostra folhas organizadas em tufos característicos, pendurados na extremidade de caules engrossados por uma espessa camada de cortiça.
A madeira é muito resistente, boa para construção civil e para talhar os pilões. Parece que as sementes são comestíveis.
Os hipericões são os parentes mais próximos das ochnáceas nesta banda temperada do planeta que nos serve de abrigo.
Esta Lophira é espécie comum nas florestas tropicais com estação seca, desde o Senegal e das Guinés até ao Sudão. Fácil de fácil de distinguir com, ou sem flor, como nenhuma outra. Além de vistosíssimas flores, mostra folhas organizadas em tufos característicos, pendurados na extremidade de caules engrossados por uma espessa camada de cortiça.
A madeira é muito resistente, boa para construção civil e para talhar os pilões. Parece que as sementes são comestíveis.
Os hipericões são os parentes mais próximos das ochnáceas nesta banda temperada do planeta que nos serve de abrigo.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Cnestis ferruginea (Connaraceae)
Nas orlas das matas do Biombo, a NW de Bissau, é muito comum este Cnestis ferruginea:
O botânico holártico que se prepare: nos territórios tropicais em cada floresta, matagal, orla, horta, monte de entulho, há um mundo de plantas novas para descobrir.
As Connaraceae são apenas uma, entre muitas outras famílias de plantas de ótimo tropical presentes na Guiné-Bissau, não representadas na flora temperada e mediterrânica europeia. Invariavelmente têm folhas compostas, para ser mais preciso penaticompostas, e frutos tipo folículo que arremessam as sementes para cá para fora na estação seca.
Disseram-me que o nome em crioulo do C. ferruginea quer dizer qualquer coisa do tipo "órgão sexual da cadela em cio". Esta espécie parece ter um grande interesse na diabetes, uma doença em franco crescimento em África, e não só, que não faz as pessoas felizes.
sábado, 12 de maio de 2012
Caixas florais pintadas à mão (várias famílias)
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