sexta-feira, 10 de abril de 2015
Amaryllis sp.? (Amaryllidaceae)
Será uma Amaryllis sp.? (Amaryllidaceae): em floração hoje, pela primeira vez em muitos anos. Tem duas longas folhas e duas grandes flores.
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Plantas ornamentais
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Plantago lanceolata L. (Plantaginaceae)
Continuando a comemorar a Primavera, trazemos hoje aqui mais uma beldade: Plantago lanceolata L. (Plantaginaceae), uma planta muito comum em Portugal, que fotografámos em plena floração num lameiro da Serra de Montemuro, a mais de 1000 m de altitude, em 2.V.2014.
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sexta-feira, 3 de abril de 2015
Viola kitaibeliana Schultes (Violaceae)
Acho que ainda aqui não tinha aparecido esta bela violeta multicolor tão
precoce e tão primaveril ou vernal: Viola kitaibeliana Schultes,
Syst.
Veg., ed. 15 bis [Roemer & Schultes] 5: 383. 1819 [Dec 1819] = Viola
arvensis Murray subsp. kitaibeliana (Schult.) Mateo &
Figuerola Fl. Analit. Prov. Valencia (IAM Investig. 14) 369 (1987) (Violaceae). (http://www.ipni.org/ipni/idPlantNameSearch.do?id=868446-1).
Foi recentemente fotografada em TM: Carrazeda de Ansiães: Belver, local granítico, 29TPF4467, alt. ca. 767 m, em 23.III.2015.
Foi recentemente fotografada em TM: Carrazeda de Ansiães: Belver, local granítico, 29TPF4467, alt. ca. 767 m, em 23.III.2015.
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sábado, 21 de março de 2015
Aristolochia paucinervis Pomel (Aristolochiaceae)
Para comemorar o Equinócio que dá início da Primavera, postamos hoje aqui a belíssima Aristolochia paucinervis Pomel (Aristolochiaceae), que já está em floração actualmente. As fotos são de vários locais, da Beira Alta ao CW. calc., antigas e recentes, pois esta planta tanto se pode encontrar em locais graníticos como em calcários ou xistos.
sexta-feira, 6 de março de 2015
Amaranthus caudatus L. (Amaranthaceae)
Há muito que não era aqui postada uma planta da vasta família das Amarantáceas, por isso aqui fica este belo amaranto, muito ornamental: Amaranthus caudatus L.
Foi fotografado em floração em 9.IX.2010, no Jardim Botânico de Genève.
Foi fotografado em floração em 9.IX.2010, no Jardim Botânico de Genève.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Aveleirais
Aveleiral em Arcos de Valdevez (Foto: P. Alves)
Um dos habitats florestais que se encontra em expansão nos solos férteis da Galiza e norte de Portugal corresponde a carvalhais ricos em espécies que ocorrem geralmente em solos férteis na base de encostas e incorporam no estrato arbóreo uma grande diversidade de espécies para além do carvalho-alvarinho, tais como Fraxinus angustifolia, Acer pseudoplatanus, Laurus nobilis ou Castanea sativa. Podem também corresponder a formações secundárias em zonas de coluviões ou ravinas apertadas com presença de linhas de água, sendo dominadas por espécies como Corylus avellana e Ulmus glabra. No território português estas formações foram interpretadas como pertencendo ao habitat 9160 - Carvalhais pedunculados ou florestas mistas de carvalhos e carpas subatlânticas e médio europeias da Carpinion betuli, enquanto no território galego foram atribuídos ao habitat 9180* - Bosques de encostas, depósitos ou barrancos de Tilio-Acerion. Na realidade, as espécies de Carpinion (habitat 9160) e Tilio-Acerion (habitat 9180*) chegam de forma finícola aos nossos territórios e por essa razão estes dois tipos de formações foram colocadas no mesmo saco. Na verdade, as formações de aveleira enquadradas no subtipo 2 do habitat 9160 correspondem, se fizermos uma interpretação correcta, ao habitat prioritário 9180*.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
azevinhos e carvalhos
Azevinhal na serra da Peneda (foto: P. Alves).
Os azevinhais são das formações mais interessantes em Portugal, devido à raridade e carácter pontual com que aparecem na paisagem. A sua permanência parece ter origem na resiliência do azevinho face a perturbação recorrente pelos incêndios, mas não explica completamente o fenómeno. Os azevinhais aparecem no topo das serras em locais onde todos os carvalhos foram cortados há muito tempo. Os carvalhos são árvores com um grande sucesso de germinação e a grande quantidade de endosperma das bolota dá-lhes uma vantagem competitiva mesmo quando jovens plântulas. Mas essa vantagem é uma inconveniência quando falamos na dispersão das sementes. Se não existir um carvalho que forneça propágulos na proximidade, dificilmente teremos carvalhais na paisagem. Pelo contrário, o azevinho é um campeão nesse particular, especialmente quando falamos de dispersão zoocórica. As aves são os seus maiores aliados e uma semente de azevinho chega quase a todo o lado. E por essa razão vemos bosques de azevinho exuberantes na serrana da Peneda e não conseguimos descobrir nem um pequeno carvalho…
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