Não me canso de olhar para esta árvore, que nos é oferecida pelo Dr. P. F. Stevens (Missouri Botanical Garden) aqui:

O exercício é sempe o mesmo: precorrer a árvore e descobrir as diferenças em relação às versões anteriores (embora todas as alterações estejam relatadas no website).
Nos últimos meses as alterações foram significativas. As Caryophyllales - ordem que inclui os cactos, as pequenas Cariofiláceas e as plantas de sapal (Amaranthaceae) referidas nos últimos posts - já não estão na vizinhança da base das Eudicotiledóneas. Dados recentes indicam que a divergência deste grupo é posteiror à do grande clado das Rosidas. Alterações significativas ocorreram também em ramos mais recentes desta grande árvore, por exemplo, com a colocação dos Escalloniales lá para os lados dos Asterales, a ordem que inclui a grande família das Asteráceas. Quem não conhece a Escallonia rubra, um arbusto chileno resistente ao frio muitíssimo cultivado em Portugal em sebes de jardim, cujas conexões filogenéticas eram incertas há pouco tempo atrás?
Escallonia rubra (Escalloniaceae) [foto C. Aguiar]
Ler árvores filogenéticas tem os seus truques. Uma óptima introdução pode ser importada daqui, a conselho de P. F. Stevens.


Sarcocornia fruticosa 