domingo, 10 de janeiro de 2010

Ligustrum vulgare (Oleaceae)

Uma foto outonal de Ligustrum vulgare (Oleaceae), uma das poucas oleáceas indígenas de Portugal Continental (6 espécies), no nosso país quase exclusiva do NE transmontano.


Frutos carnudos (drupas) de Ligustrum vulgare (Oleaceae). Esta planta é relativamente frequente em orlas arbustivas espinhosas altas, acompanhada por outros arbustos espinhosos como sejam as Rosa sp.pl. (Rosaceae) «rosas», os Rubus sp.pl. (Rosaceae) «silvas», os Prunus sp.pl. (Rosaceae) «abrunheiros» e o Crataegus mongyna (Rosaceae) «pilriteiro». N.b. "sp.pl." é uma forma abreviada de dizer "várias espécies"; em alternativa pode usar-se a abreviatura "spp."

Alguns autores defendem que os frutos carnudos de maturação estival (Verão) são geralmente vermelhos ou laranja, para sobressairem no meio da folhagem verde. Os frutos carnudos de Outono seriam, pelo contrário, tendencialmente negros, para as aves dispersoras não os confundirem com a folhagem senescente (de cores avermelhadas). Claro que há muitas excepções.

4 comentários:

  1. Obrigado, erro sistemático! Já corrigi.

    ResponderEliminar
  2. Obrigado por tam interessante blogue.
    Agora soube a razão pela qual nesta parte da Galiza o Ligustrum é conhecido por Aliste.
    O ligustrum é empregado para fazer sebes.
    Suponho que será um arbusto da zona NE portuguesa e da Samora, sendo Aliste uma comarca samorana.

    ResponderEliminar