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terça-feira, 24 de março de 2026

Andricus Quercustozae (Cynipidae) + Usnea sp. (Usneaceae)

Andricus Quercustozae (reino Animalia Filo Arthropoda subfilo Hexapoda classe Insecta subclasse Pterygota ordem Hymenoptera subordem Apocrita infraordem ProctotrupomorphaSuperfamília Cynipoidea família Cynipidae subfamília Cynipinaetribo Cynipini género Andricus) + Usnea sp. (reino Fungi Filo Ascomycota subfilo Pezizomycotina classe Lecanoromycetes subclasse Lecanoromycetidae ordem Lecanorales família Parmeliaceae subfamília Parmelioideae género Usnea) - in Coimbra, 24.III.2026.

sexta-feira, 8 de março de 2024

Peltigera sp. (Peltigeraceae), Blechnum Spicant (L.) Roth (Blechnaceae) e Polytrichum sp. (Polytrichaceae)

O líquen parece ser uma Peltigera sp. (Peltigeraceae) - Serra da Freita (pr. Arouca, DL), 9.X.2008. Parecem também estar visíveis Blechnum Spicant (L.) Roth (Blechnaceae) e Erica arborea L. (Ericaceae), entre outras espécies vegetais. O musgo parece ser um Polytrichum sp. (Polytrichaceae).

sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Talvez Cladonia sp. (Cladoniaceae)

O líquen vermelho na rocha, rodeado por musgos, poderá talvez ser uma Cladonia sp. (Cladoniaceae) - Serra de Arada (conc. de S. Pedro do Sul), pr. Δ Cabria, 29TNF7420, alt. ca. 1070 m, 16.III.2001.

terça-feira, 5 de setembro de 2023

Flavoparmelia caperata (L.) Hale (Parmeliaceae)

Parece Flavoparmelia caperata (L.) Hale ( = Lichen caperatus L. (1753), Parmeliaceae), fotografado em Pinhel: Reigadinha, 29TPF5414, alt. ca. 625 m, sobre granito, 2.IX.2023, um líquen de ampla distribuição, muito comum em Portugal cont. (Lu), sobre diversos tipos de substratos (cf. http://www.mitra-nature.uevora.pt/.../Flavoparmelia-caperata; https://en.wikipedia.org/wiki/Flavoparmelia_caperata).

quinta-feira, 13 de abril de 2023

Parece uma Grimmia... (Grimmiaceae, Grimmiales...)

Parece uma Grimmia... (Grimmiaceae, Grimmiales...) - Casteição (conc. de Meda, BA), 15.V.2010, sobre rocha granitóide, com líquenes. Grimmia Hedwig consta ser um género de musgo notoriamente difícil... (https://en.wikipedia.org/wiki/Grimmia).

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

Rhizocarpon geographicum (L.) DC. (Rhizocarpaceae) e Narcissus triandrus L. (Amaryllidaceae)

Rhizocarpon geographicum (Linnaeus) De Candolle ( = Lichen geographicus Linnaeus) (Rhizocarpaceae) (entre outros líquenes) e Narcissus triandrus Linnaeus (Amaryllidaceae) (no canto inferior esquerdo), em blocos de granito e respectivas fendas, na Serra de Montemuro sensu lato, em TM: Lamego: Serra das Meadas, Alto de Vilalobos, 29TNF9745, alt. ca. 1000 m, 2.IV.2001.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Sedum album L. (Crassulaceae) e Xanthoria parietina (L.) Th. Fr. (?) (Teloschistaceae)

Chegou Setembro, o Verão continua quente, e as plantas continuam a florir, incluindo agora o já nosso bem conhecido Leucojum autumnale L. (Amaryllidaceae). Neste caso, porém, a planta que nos traz aqui é outra: Sedum album L. (Crassulaceae) -o bem conhecido "arroz dos telhados"- e um líquen vistoso amarelado que poderá ser talvez a Xanthoria parietina (L.) Th. Fr. = Lichen parietinus L. (Teloschistaceae), fotografados em data incerta (Primavera de 2016), sobre um telhado (Coimbra, 29TNE4950, alt. ca. 80 m).

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Um trevo e outras leguminosas da Ilha de Creta (Fabaceae ou Leguminosae)


Aqui fica um par de fotos já antigas (23.IV.2006) de um trevo da Ilha de Creta, uma espécie de momento não identificada, pertencente ao belíssimo género Trifolium L. (da famíla Fabaceae ou Leguminosae), que tem sido tradicionalmente um dos géneros mais acarinhados neste blog!

Também é possível observar Anthyllis Vulneraria L. s.l. e Medicago sp. (Leguminosae). O Medicago poderá talvez ser o Medicago coronata (L.) Bartal. = Medicago polymorpha var. coronata L.
(http://www.theplantlist.org/tpl/record/ild-8486);
e ainda vestígios de uma gramínea, talvez Bromus sp. (Poaceae ou Gramineae). O solo é acastanhado e estão presentes blocos rochosos aparentemente calcários, de natureza básica.
Sobre os blocos rochosos existem líquenes epilíticos, que não sabemos identificar... 

domingo, 11 de setembro de 2011

Campanula herminii (Campanulaceae) e mais algumas beldades




















Como o nome do post indica, trazemos hoje aqui a bela Campanula herminii Hoffmanns. & Link, Fl. Portug. 2: 9. 1820 (Campanulaceae), uma planta serrana e um raro endemismo exclusivamente ibérico (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=311911&size=medium), fotografada a mais de 1700 m, numa excursão estrelense, já há algum tempo.

A saxífraga, do mesmo local, deverá ser a Saxifraga spathularis Brot., Fl. Lusit. 2: 172. 1805 (Saxifragaceae),
uma bela "Estrela da Serra", conforme a muito apropriada sugestão que encontrámos neste óptimo blog Dias com árvores: Estrela da serra,
e um precioso endemismo ibero-irlandês (http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Saxifraga spathularis&PTRefFk=7200000)

Ainda do mesmo local, sobre granito, fica um interessante líquen foliáceo, cuja identidade desconhecemos...

A venusta borboleta camuflada é das terras baixas e fica para identificação por algum dos ilustres lepidopterólogos que têm a amabilidade de nos visitar!

Como sugestão musical deixamos hoje esta pérola do excelente Roy Orbison: You Got it
Roy Orbison You Got it - YouTube

domingo, 26 de dezembro de 2010

Chrysothrix candelaris (Chrysothricaceae)














Ainda não tínhamos comemorado o Solstício de Inverno, momento que marca o início do Inverno, quando os dias começam a crescer e as plantas se começam a preparar para uma nova época de floração... por isso aqui fica um belo líquen dourado: Chrysothrix candelaris (L.) J.R. Laundon = Byssus candelaris L., um líquen arborícola bastante comum sobre a casca de diversas árvores e que se pode encontrar em todas as províncias portuguesas.
Aqui fica alguma informação sobre este líquen dourado:
Chrysothrix candelaris
Chrysothrix candelaris - Wikipedia, the free encyclopedia
Chrysothrix - Wikipedia, the free encyclopedia
Como acompanhamento musical, vamos sugerir a excelente abertura de Tannhäuser, de Wagner, que se pode encontrar por exemplo aqui:
YouTube - Tannhauser Overture-Wagner/Leibowitz/Part-1 of 2
ou aqui: YouTube - KARAJAN Wagner "Tannhäuser" Overture - Salzburg 1987 (1/2)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Rhizocarpon geographicum (Rhizocarpaceae)















O Verão continua e este líquen maravilhoso continua a brilhar nas nossas montanhas siliciosas: Rhizocarpon geographicum (L.) DC., o «líquen-mapa», como aqui se pode confirmar: Map lichen - Wikipedia, the free encyclopedia
No mesmo local pode encontrar-se esta frase espantosa:
«In an experiment, this lichen species was placed in a capsule and launched into space. The capsule was opened, exposing the lichen to space conditions for 15 days before being brought back down to Earth, where it showed minimal changes or damage.»

Este vegetal absolutamente extraordinário encontra-se distribuído pela maior parte do Globo, incuindo terras gélidas como por ex. a Península Antárctica, a Gronelândia ou a Sibéria.
Não sei quanto tempo pode viver este líquen mas suponho que muitos milhares de anos, pois é usado para datar substratos pré-históricos ou medievais (por ex. da "Little Ice Age").
Parece ser sensível à poluição, o que não o impede, contudo, de se encontrar com muita frequência em Portugal ou na Região Mediterrânica.
O basiónimo: Lichen geographicus L.
Para consultar a sinonímia: Rhizocarpon geographicum - Wikipedia, la enciclopedia libre
Consta que cresce em média 0.2 milímetros por ano. As zonas mais escuras em redor das aréolas amarelas correspondem aos esporângios, de acordo com as mesmas fontes enciclopédicas.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Caloplaca saxicola (Teloschistaceae)














Para variar um pouco em relação às plantas vasculares, aqui fica um belíssimo líquen rupícola: Caloplaca saxicola (Hoffm.) Nordin, da família Teloschistaceae, ordem Teloschistales, classe Lecanoromycetes e divisão Ascomycota, do reino Fungi.
Trata-se de um líquen bastante comum, aqui fotografado sobre um velho muro calcário.