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quinta-feira, 25 de junho de 2026

quinta-feira, 10 de julho de 2025

Ailanthus altissima (Miller) Swingle (= Toxicodendron altissimum Miller) (Simaroubaceae, Sapindales)

Ailanthus altissima (Miller) Swingle ( = Toxicodendron altissimum Miller) (Simaroubaceae, Sapindales), in Coimbra (BL), frutex subspontaneus in urbe, alt. c. 100 m s. m., 1.VII.2025.

sábado, 12 de abril de 2025

Oxalis Pes-caprae L. (Oxalidaceae, Oxalidales, Magnoliopsida, Magnoliophyta)

Oxalis Pes-caprae L. (Oxalidaceae, Oxalidales, Magnoliopsida, Magnoliophyta) - Coimbra (BL), in graminosis, 29TNE4950, alt. c. 95 m s. m., 10.IV.2025.

sábado, 11 de maio de 2024

Ehrharta erecta Lamarck (Gramineae, Poales)

Ehrharta erecta Lamarck (Gramineae = Poaceae, Poales), em floração em Coimbra (BL), 29TNE4950, alt. 90 m, 11.V.2024

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Gamochaeta impatiens Nesom (Compositae = Asteraceae: Gnaphalieae)

Agradecendo as preciosas e recentíssimas informações ao ilustre botânico Paulo Alves, a nossa bela planta conimbricense, pertencente à grande família das Compostas (Compositae = Asteraceae, Asterales, Angiospermae), de Coimbra (BL), alt. 100 m, 6.V.2019 (foto 1), e de Coimbra (BL), alt. 90 m, 4.V.2020 (foto 2), florescendo gloriosamente na Primavera, será então a Gamochaeta impatiens Nesom (Nesom, G.L. 2022. Gamochaeta impatiens, sp. nov. (Asteraceae: Gnaphalieae), the USA adventive previously identified as G. coarctata. Phytoneuron 2022-35: 1–48. Published 8 April 2022. ISSN 2153 733X) ou, alternativamente, Gnaphalium coarctatum Willd., Sp. Pl. 3: 1886. 1803 (Source: Greuter, W. (2006+): Compositae (pro parte majore). – In: Greuter, W. & Raab-Straube, E. von (ed.): Compositae. Euro+Med Plantbase - the information resource for Euro-Mediterranean plant diversity. https://www.europlusmed.org/cdm_dataportal/taxon/55f3ea9c-a2f9-429c-a654-9272f227c7ff)

terça-feira, 4 de julho de 2023

Ailanthus altissima (Miller) Swingle (Simaroubaceae, Sapindales)

Ailanthus altissima (Miller) Swingle = Toxicodendron altissimum Miller (Simaroubaceae, Sapindales), em Coimbra (BL), alt. ca. 40 m, 29.VI.2023 - uma árvore exótica de origem asiática (da Ásia oriental temperada), actualmente largamente naturalizada na Eurásia e na América do Norte (https://en.wikipedia.org/wiki/Ailanthus_altissima; http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Ailanthus%20altissima&PTRefFk=7500000).

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Gnaphalium coarctatum Willdenow (Compositae = Asteraceae)

Parece ser Gnaphalium coarctatum Willdenow (= Gamochaeta coarctata (Willdenow) Kerguélen) (Compositae = Asteraceae), fotografado em Coimbra, 29TNE4950, alt. ca. 90 m, em 21.V.2020 - Trata-se de uma espécie exótica que já se encontra naturalizada em Portugal continental (Lu) (http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameId=7529922&PTRefFk=7000000).

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Oxalis Pes-caprae L. (Oxalidaceae)


Vamos repostar hoje aqui a bela Oxalis Pes-caprae L. (Oxalidaceae), bem conhecida planta invasora de origem capense, que fotografámos recentemente em Coimbra: 29TNE4856, alt. 134 m, em 9.II.2018, beneficiando do tempo húmido que tem ocorrido recentemente.

Agradecemos a M.ª Antónia Soares a excelente companhia nesta pequena excursão botânica.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Buddleja Davidii Franchet (Scrophulariaceae)


Buddleja Davidii Franchet (Scrophulariaceae) – fotografada no DL: Vila Nova de Gaia: Afurada, 17.VII.2017, 29TNF3352.
É uma planta exótica de origem asiática actualmente naturalizada em grande parte da Europa Ocidental (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=437298&size=medium; https://en.wikipedia.org/wiki/Buddleja_davidii)


Agradecimentos a Antónia Soares pela excelente excursão!

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Acacia dealbata Link (Fabaceae = Leguminosae)

 
 
Fotografámos esta bela árvore exótica invasora, de origem australiana, mas perfeitamente naturalizada entre nós, em plena floração, a cerca de 1000 m de altitude, na serra da Lousã (BL), em 28.II.2016: Acacia dealbata Link (Fabaceae = Leguminosae), num dia de muito frio e neve.
Agradecemos aos amigos que nos acompanharam e transportaram nesta excursão hiemal.
Assinalamos o facto de hoje ser um dia especial - o dia 29 de Fevereiro, que só ocorre de quatro em quatro anos, nos anos bissextos. 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Egeria densa Planchon (Hydrocharitaceae)

Em 12.V.2012 encontrámos e fotografámos esta planta: Egeria densa Planchon (Hydrocharitaceae) no Tanque do Prof. Luiz Carrisso, no Jardim Botânico de Coimbra, 29TNE4950, alt. ca. 70 m. A planta tem potencialidades invasoras e estava em profusa floração e muito desenvolvida, dominando a vegetação e podendo mesmo perturbar os peixes vermelhos que habitam este tanque desde há muitos anos.
Já se encontrou em Lu, naturalizada na bela província do Minho:
P.Alves, J.D.Almeida. (2016). Egeria densa Planch. - mapa de distribuição. Flora-On: Flora de Portugal Interactiva, Sociedade Portuguesa de Botânica. http://www.flora-on.pt/#wEgeria+densa. Consulta realizada em 25/02/2016
http://www.flora-on.pt/#/1Egeria+densa
e “Forma tapetes que impedem a luz e diminuem o oxigénio chegando a eliminar outras plantas e a afectar os animais” Marchante & al. (2014: 170),
    Marchante, H, M. Morais, H. Freitas & E. Marchante.  2014. Guia Prático para a Identificação de Plantas Invasoras de Portugal. Imprensa da Universidade de Coimbra (Coimbra University Press).
Agradecemos ao ilustre botânico belga Filip Verloove pela identificação desta planta.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Ailanthus altissima (Miller) Swingle (Simaroubaceae)







Para comemorarmos devidamente o Equinócio de Outono, aqui fica a espantosa árvore Ailanthus altissima (Miller) Swingle = Toxicodendron altissima Miller (Simaroubaceae), invasora tão comum na Região Euro-Mediterrânica (http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=353085&size=medium).
As fotos são maioritariamente de Coimbra (4 fotos: X.2007-IX.2014), mas incluímos uma de Taormina, com a baía vista do topo do anfiteatro (IX.2005), e outra de Silves, castelo em tijolo, com Ricinus communis L. (Euphorbiaceae) (VI.1999).

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Nerine sarniensis (L.) Herb. (Amaryllidaceae), Epilobium brachycarpum C. Presl (Onagraceae) e uma planta não identificada

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Postamos hoje aqui 3 plantas não identificadas, todas de ambientes exteriores.
A nº 1 é uma monocotiledónea cultivada como ornamental (família ignota);
A nº 2 parece ser um Epilobium sp. (Onagraceae), provavelmente espontâneo em Portugal;
A nº 3 será talvez uma Bignoniácea ornamental.

A n.º 1 é a bela Nerine sarniensis (L.) Herb. = Amaryllis sarniensis L. (Amaryllidaceae);
A n.º 2 é a exótica já naturalizada em Lu Epilobium brachycarpum C. Presl (Onagraceae).

Agradecemos as sugestões identificativas já recebidas! Quaisquer outras serão naturalmente bem-vindas!
Fotos em Coimbra, alt. c. 100-140 m, 16/17.X.2013.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Erigeron karwinskianus (Compositae) e Parietaria judaica (Urticaceae)

Num post muito breve e simples, trazemos aqui hoje duas belas espécies ruderais muito comuns: a exótica ornamental americana Erigeron karwinskianus DC. (Compositae) e a nativa e abundante Parietaria judaica L. (Urticaceae), que se podem encontrar frequentemente associadas no seio da classe Parietarietea, de vegetação ruderal, de muros e de paredes rochosas.

sábado, 24 de março de 2012

Galium aparine (Rubiaceae) e Oxalis pes-caprae (Oxalidaceae), mais uma vez




A bela exótica capense Oxalis pes-caprae L. (Oxalidaceae) já aqui aparecera algumas vezes, mas o "amor do hortelão" ainda não!:
Galium aparine L., Sp. Pl. 1: 108. 1753 [1 May 1753] (http://www.ipni.org/ipni/idPlantNameSearch.do?id=749515-1&back_page=%2Fipni%2FeditSimplePlantNameSearch.do%3Ffind_wholeName%3Dgalium%2Baparine%26output_format%3Dnormal)
Aliás, ainda não há muitas Rubiáceas neste blog, por isso aqui fica esta bela planta ruderal, tão comum entre nós, que floresce e frutifica na Primavera!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Várias plantas, quase na Primavera



















Neste dia tão extraordinário (29 de Fevereiro - trata-se de um ano bissexto!) aqui ficam algumas beldades subespontâneas que quase assinalam a chegada da nossa prima favorita, a Primavera!

São elas:
Phytolacca americana L., Sp. Pl. 1: 441. 1753 [1 May 1753] (Phytolaccaceae);

Oxalis pes-caprae L., Sp. Pl. 1: 434. 1753 [1 May 1753] (Oxalidaceae) (2 fotos);

Bergenia crassifolia (L.) Fritsch, Verh. Zool.-Bot. Ges. Wien xxxix. (1889) 587.
basionym: Saxifraga crassifolia L. Sp. Pl. 1: 401. 1753 [1 May 1753] (Saxifragaceae);

Ehrharta erecta Lam., Encycl. [J. Lamarck & al.] 2(1): 347. 1786 [16 Oct 1786] (Poaceae);

Verbascum levanticum I.K.Ferguson, Bot. J. Linn. Soc. 64 (2): 230 (1971) (Scrophulariaceae)
Original Data: Notes: Turkey, Israel, Lebanon, Cyprus, naturalised in Portugal;

Nephrolepis cordifolia (L.) C. Presl, Tentamen Pteridographiae 1836 (Lomariopsidaceae).

Estes dados são provenientes de The International Plant Names Index (IPNI), http://www.ipni.org

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Duas notas sobre Pittosporum (Pittosporaceae) II

Um destes dias olhei, por puro acaso, para o mapa de distribuição das Pittosporaceae. Fiquei a saber que esta família ocorre em grande parte da África subsariana e que se extende desde o Sudoeste Asiático até à Austrália e à Nova Zelândia. Com uma distribuição desta era inevitável a sua presença em Madagáscar. O aspecto mais curioso, porém, da distribuição à escala global desta família de plantas com flor está na sua abundante presença em ambientes insulares, de tal forma que surge de forma fínícola, bem longe do core da área de distribuição da famíla, na Madeira e no arquipélago das Canárias. Com uma espécie, o Pittosporum coriaceum.
As pittosporáceas estão extintas das Canárias. Os últimos exemplares indígenas do P. coriaceum sobrevivem na laurissilva madeirense, concretamente na laurissilva temperada da Ocotea foetens (Lauraceae) «til». O recém-publicado Livro Vermelho da Flora Europeia (importar lista aqui) atribui-lhe a categoria UICN CR (em perigo crítico). O P. coreaceum é, assim, a árvore mais rara de Portugal e estará no top 3 das espécies arbóres mais ameaçadas da Europa. Com tanto P. undulatum nos Açores, quem diria que um outro Pittosporum, por sinal ameaçado, se esconde nas florestas das nuvens da Ilha da Madeira!
Uma foto de um P. coriaceum cultivado no Jardim Botânico da Madeira.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Comemorando o Solstício de Inverno e o Natal (várias famílias)












Para comemorar devidamente o Solstício de Inverno (hoje) e o Natal (em breve), nada como apresentar algumas belas plantas que se apresentam actualmente em floração ou frutificação!
Assim, aqui ficam imagens das seguintes seis espécies, que podem, na sua maioria (exceptuando a Oxalis e a Pteris) surgir no seio dos carvalhais das classes de vegetação florestal Querco-Fagetea e Quercetea Ilicis:
Pteris vittata L., um feto pouco comum em Portugal (Pteridaceae);
Ilex aquifolium L., um fanerófito (Aquifoliaceae), o azevinho;
Arisarum simorrhinum Durieu, um geófito (Araceae);
Tamus communis L., um geófito (Dioscoreaceae);
Ruscus aculeatus L., um caméfito (Asparagaceae);
Oxalis pes-caprae L., um geófito, com capacidades invasivas (Oxalidaceae).