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domingo, 22 de setembro de 2024

Acerca da "Floresta-Relíquia" do Bussaco

https://www.rtp.pt/play/p12458/e795854/hora-de-agir?fbclid=IwY2xjawFcXL9leHRuA2FlbQIxMQABHcC-3dKo4GCOhJJrE8AFsC7XgBt3qTkMykjHjnochzqWV-EkPeulK6n1Gw_aem_Qlh1nzM5EBrL7IOO8W6zvw

sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Laurus nobilis L. (Lauraceae, Laurales)

Laurus nobilis L. (Lauraceae, Laurales) em Coimbra (BL), alt. 100 m, 23.XI.2023.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Smilax azorica (Smilacaceae)
















Seguindo o exemplo do ilustre botânico JCapelo, aqui fica uma outra Smilax endémica, esta do Arquipélago dos Açores. Pensamos que se trata da Smilax azorica H.Schaef. & P.Schönfelder, Homenaje al Prof. Dr. Wolfredo Wildpret de la Torre 304. 2009. Este nome substitui o anterior Smilax divaricata Sol. ex H.C.Watson London J. Bot. iii. (1844) 608, por razões nomenclaturais, conforme aqui se pode consultar:
IPNI Plant Name Query Results
Supomos que esta bela espécie é um endemismo raro das Ilhas dos Açores, onde se pode encontrar na laurissilva, a exemplo da sua congénere madeirense que ontem foi publicada neste blog.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Smilax pendulina Lowe

Smilax pendulina Lowe (Madeira, 2004; foto: Sandra Mesquita)


Em recente viagem á Madeira vi levadas, que por terem rebentado, arrastaram partes significativas de encostas com laurissilva de til (Clethro arboreae-Ocoteetum foetentis) e lembrei-me entretanto desta planta. Tem sido referida em floras e outras publicações, como 'Smilax aspera', esta salsaparrilha da Madeira. É uma planta da laurissilva madeirense. São plantas geralmente inermes (sem espinhos), as folhas verde-claras, são baças ou com um brilho mate e ceroso e têm consistência sub-rígida, por vezes quase herbácea. Os frutos são avermelhado-claros quando completamente maduros, com ca. de 1,2 - 1,5 cm de diâmetro, de secção triangular-arredondada. Solicito agora o pequeno incómodo de confrontar os citados caracteres com uma descrição de S. aspera. Pode ser aqui na Flora iberica. Os deslizamentos na laurissilva resultam do encontro da perturbação gravitacional espontânea, das chuvadas catastróficas e de alguma irreflectida engenharia. Com muitas outras plantas, entre elas tis centenários, as derrocadas deste ano - algumas com largas dezenas de metros de extensão, arrastaram banais Smilax aspera ou endémicos S. pendulina? Julguem os leitores por si próprios , se nos serve uma taxonomia assim?