Mostrar mensagens com a etiqueta Vegetação ripícola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vegetação ripícola. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 9 de julho de 2025
Oenanthe crocata L., Sp. Pl.: 254. 1753 (Umbelliferae = Apiaceae, Apiales)
Oenanthe crocata L., Sp. Pl.: 254. 1753 (Umbelliferae = Apiaceae, Apiales) - in Coimbra (BL), prope Souselas, ad marginem viae, 21.V.2025.
Etiquetas:
Apiaceae,
Apiales,
Magnoliophyta,
Magnoliopsida,
Souselas,
Umbelliferae,
Vegetação ripícola
sexta-feira, 30 de maio de 2025
Arundo Donax L. (Gramineae = Poaceae, Poales, Liliopsida, Magnoliophyta) & Centranthus ruber (L.) DC. = Valeriana rubra L. (basion.) (Caprifoliaceae, Dipsacales, Magnoliopsida, Magnoliophyta)
Arundo Donax L. (Gramineae = Poaceae, Poales, Liliopsida, Magnoliophyta) & Centranthus ruber (L.) DC. = Valeriana rubra L. (basion.) (Caprifoliaceae, Dipsacales, Magnoliopsida, Magnoliophyta) in Coimbra (BL), ad oram fluminis (by the river), alt. c. 20 m s. m., 29.V.2025.
Etiquetas:
Arundo,
Caprifoliaceae,
Coimbra,
Dipsacales,
Liliopsida,
Magnoliophyta,
Magnoliopsida,
Poaceae,
Poales,
Valeriana,
Vegetação ripícola
quinta-feira, 20 de junho de 2024
Holcus lanatus Linnaeus (Gramineae = Poaceae, Poales), em Coimbra, alt. 100 m, 19.VI.2024
Holcus lanatus Linnaeus (Gramineae = Poaceae, Poales), em floração em Coimbra, alt. 100 m, 19.VI.2024.
Etiquetas:
Gramineae,
Lameiros,
Poaceae,
Poales,
Prados,
Vegetação pratense perene,
Vegetação ripícola
terça-feira, 2 de junho de 2015
Allium triquetrum L. (Amaryllidaceae)
A foto de cima é de Coimbra, 29TNE4950, 9.IV.2013. A foto de baixo é de TM: Tabuaço, IV.2009 e nela se vê também Geranium purpureum Villars (Geraniaceae).
Deve o seu epíteto específico à forma trigonal dos pedúnculos das suas inflorescências de flores brancas campanuladas e patentes.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Veronica Anagallis-aquatica L. (Plantaginaceae)
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Algumas considerações sobre o choupo-negro

Foto: Duarte Silva
O carácter autóctone do choupo-negro (Populus nigra) em Portugal sempre foi muito discutido, dificilmente havendo consenso entre os diversos especialistas. Em termos ecológicos, a sua estratégia de vida é completamente diferente da das árvores ripícolas com as quais convive no nosso território. Ecologicamente comporta-se como uma “árvore ruderal”, crescendo rapidamente e produzindo imensas sementes com uma capacidade de dispersão enorme. Rapidamente envelhece, sendo que um choupo-negro com cem anos é uma árvore velhíssima. Árvores com o freixo, o amieiro ou o lódão podem viver durante centenas de anos e comportam-se mais como especialistas no seu habitat, tendo uma grande capacidade para resistir a eventos extremos e ao stress ambiental causados por esses eventos. O habitat do choupo parece ser locais sujeitos a inundações catastróficas periódicas resultantes das chuvas invernais ou causadas por degelos repentinos na primavera. Na Península Ibérica, um dos poucos rios que apresenta essas características é o Ebro, e um estudo recente da variação do DNA cloroplastidial desta espécie (Cottrell et all., 2005) mostra que este rio foi um dos principais refúgios para esta espécie durante as glaciações. Se neste momento parece não existir dúvidas que o choupo-negro é autóctone da Península, resta saber se ele chegou ao nosso território através da migração natural, ou foi trazido pelo Homem.
terça-feira, 29 de março de 2011
Primula acaulis (Primulaceae)
Esta maravilha já aqui tinha sido postada:
Das plantas e das pessoas: Primula acaulis (Primulaceae),
há quase dois anos (!!), ocorrendo-nos por isso ser tempo apropriado para a relembrar:
Primula acaulis (L.) L. = Primula veris L. var. acaulis L., de acordo com a Flora iberica vol. V: 17:
http://www.floraiberica.es/floraiberica/texto/pdfs/05_080_01%20Primula.pdf
Esta belíssima planta pode encontrar-se por exemplo em bosques da classe Querco-Fagetea e também em lameiros e nas proximidades de linhas de água, dos amieiros e dos freixos (aqui neste blog tão recentemente comentados); a sua floração assinala o início da Primavera.
Como acompanhamento musical vamos sugerir outra maravilha: "Mattäus-Passion - Kommt, Ihr Töchter, helft mir klagen", do imortal J.S. Bach:
YouTube - Bach: Mattäus-Passion - Kommt, Ihr Töchter, helft mir klagen - Otto Klemperer
domingo, 27 de março de 2011
Alnus glutinosa (Betulaceae) e alguns anatídeos



Depois de escutarmos uma fascinante palestra acerca dos amiais e dos freixiais portugueses, parece apropriado deixar aqui esta extraordinária árvore, cujas touças consta serem quase imortais!:
Alnus glutinosa (Linnaeus) Gaertner, Fruct. Sem. Pl. 2: 54. 1790
= Betula alnus Linnaeus var. (a) glutinosa Linnaeus, Sp. Pl. 2: 983. 1753 (basiónimo)
Alnus glutinosa in Flora of North America @ efloras.org
Trata-se de uma árvore que se insere habitualmente em vegetação arbórea ou arbustiva ripícola da classe Salici-Populetea, bastante comum em Portugal. Sendo planta que aprecia muito a água, deixamos aqui cinco patinhos como acompanhamento faunístico.
Como sugestão musical, ficam hoje a belíssima Nina Persson e os Cardigans, com a excelente "You're the Storm":
YouTube - You're the Storm- The Cardigans
Subscrever:
Mensagens (Atom)
