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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Epilobium parviflorum (Schreb.) Schreb., Spic. Fl. Lips. : 155 (1771) = Chamaenerion parviflorum Schreb. (Onagraceae, Myrtales) - Coimbra, 3.IX.2026

Epilobium parviflorum (Schreb.) Schreb., Spic. Fl. Lips. : 155 (1771) = Chamaenerion parviflorum Schreb. (Onagraceae, Myrtales) - Coimbra, 3.IX.2026.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

Samolus Valerandi Linnaeus (Primulaceae, Ericales)

Samolus Valerandi Linnaeus (Primulaceae, Ericales), planta culta in vaso - in Coimbra, alt. c. 100 m supra mare, 19.XII.2024.

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Isothecium myosuroides Bridel (Lembophyllaceae)

Fotografámos recentemente (3 e 4.IV.2023) em Coimbra (BL), em vasos, alt. 100 m, 29TNE4950, um belo musgo, abundantemente "frutificado", com muitas cápsulas (deiscentes através de um opérculo), que nos parece ser Isothecium myosuroides Bridel var. myosuroides (Lembophyllaceae), um musgo aparentemente muito comum em Portugal continental. Citando duas ilustres especialistas (briólogas): «É um musgo nativo da Europa Ocidental, bem como da América do Norte Ocidental e Oriental, ocorrendo desde o nível do mar até elevações médias. Em Portugal, é abundante nas áreas ocidentais, especialmente em florestas de carvalho (Quercus spp.) e outras árvores nativas da flora portuguesa. No Parque Biológico, é possível observar esta espécie a crescer em diferentes tipos de substrato, perto do solo, ou sobre a base do tronco das árvores autóctones, especialmente do género Quercus (carvalhos). Surge também sobre pedras de granito ou xisto e em muros, em áreas florestadas ou sombreadas. À escala do tamanho dos musgos, esta espécie forma verdadeiras miniflorestas, revestindo superfícies inorgânicas (como a rocha) ou aparentemente mortas (como raízes expostas e bases de troncos de árvores). Por ser uma espécie que cresce ao longo de vários anos, tem sido usada como bioindicador da deposição de nitrogénio e de metais pesados nos carvalhais um pouco por todo o mundo. Os ramos e caules do Isothecium myosuroides albergam também muitas comunidades de organismos minúsculos como algas, fungos e muitos animais de pequenas dimensões, onde germinarão também sementes de outras plantas. Estes tufos funcionam, assim, como um berçário de vida, protegendo várias comunidades interdependentes e vivas, escondidas à “sombra” de um musgo.» (Texto: Cristiana Vieira (MHNC-UP) e Helena Hespanhol (CIBIO-InBIO). Foto: Cristiana Vieira (MHNC-UP). Fonte - Revista «Parques e Vida Selvagem» n.º 59.) (https://www.parquebiologico.pt/animais-plantas/flora/briofitas/item/musgo-arvore)

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Samolus valerandi L. (Primulaceae) e a Flore de Coste (1937)


Fotografámos hoje (14.V.2014) esta bela planta na cidade de Coimbra, 29TNE4950, alt. c. 50 m, florescendo sobre um muro húmido:
Samolus valerandi L., Sp. Pl.: 171. 1753 (Primulaceae), (http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Samolus%20valerandi&PTRefFk=7200000), uma planta de distribuição muito vasta ou cosmopolita:

"Samolus valerandi is a species of water pimpernel native to a very wide area across Europe, Africa, Asia, Australia, and the Americas. Common names include Brookweed, Thin-Leaf Brookweed, Water Cabbage, and Water Rose.[3]

Entretanto, fica aqui uma ligação para uma obra muito interessante em três volumes, do abade Hyppolite Coste (http://fr.wikipedia.org/wiki/Hippolyte_Coste) (1937): 
(Agradecemos a excelente sugestão de J. Jansen in Facebook, 14.V.2014)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Scutellaria minor (Labiatae) e mais algumas beldades (Insecta)




















Como o título do post indica, trazemos hoje aqui a belíssima Scutellaria minor Hudson, Fl. Angl.: 232. 1762 (Labiatae ou Lamiaceae), que gosta muito de água,
e ainda mais algumas beldades (Insecta), entre as quais duas borboletas e uma larva bem interessante!
Como vem sendo habitual, recorremos à perícia identificativa dos ilustres frequentadores deste blog!

Como sugestão musical, fica hoje, de Harold Budd e Brian Eno, a excelente "Late October":
Harold Budd/Brian Eno - Late October - YouTube

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Comunidades de paredes ressumantes do SW Alentejano

Nas escarpas litorais com águas ressumantes organiza-se umas das comunidades de plantas mais notávies do SW Alentejano. Recentemente, um grupos de fitossociólogos, encabeçados pelo Prof. Carlos Neto da Fac. Letras da Univ. Cl. de Lisboa, descreveu esta comunidade sob o nome Didymodon spadicei-Adiantetum capilli-veneris (classe Adiantetea).



O Didymodon-Adiantetum capilli-veneris é dominado pelo feto Adiantum capillus-veneris «avenca». Acompanha este feto um leque variado de espécies onde se destacam, entre outras, o Samolus valerandi e o Isolepis setacea(= Scirpus setaceus).


Samolus valerandi (Theophrastaceae). Planta recentemente transferida para a família Theophrastaceae, comum nos solos temporariamente encharcados do litoral centro e sul.
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Isolepis setacea (Cyperaceae). Uma das plantas mais frequentes nas comunidades de solos temporariamente encharcados um pouco por todo o Portugal Continental

Nas comunidades de escarpas ressumantes litorais do SW Alentejano é comum um Plantago coronopus perene, de folhas crassas (gordas) dentadas no ápice que o Prof. João do Amaral Franco designou por P. coronopus subsp. occidentalis. Este táxone é dificilmente sustentável porque são frequentes morfologias intermédias entre ele e as formas continentais de P. coronopus. Vi plantas semelhantes a estas nas arribas litorais da Ilha de S. Miguel.

Ecótipo litoral de Plantago coronopus (Plantaginaceae).
[Fotos C. Aguiar]