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sábado, 11 de janeiro de 2025
Aquilegia atrata W.D.J. Koch (Ranunculaceae, Ranunculales, Magnoliopsida, Angiospermae)
Aquilegia atrata W.D.J. Koch (Ranunculaceae, Ranunculales, Magnoliopsida, Angiospermae) - planta spontanea, in Alpibus, prope Sëlva/Wolkenstein, 21.VI.2009.
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Aquilegia canadensis L. (Ranunculaceae, Ranunculales, Magnoliopsida, Angiospermae)
Aquilegia canadensis L. (Ranunculaceae, Ranunculales, Magnoliopsida, Angiospermae), planta culta vel subspontanea in horto botanico - Coimbra, alt. c. 80 m supra mare, 31.V.1993.
domingo, 20 de outubro de 2024
sexta-feira, 3 de julho de 2020
Digitalis purpurea Linnaeus (Plantaginaceae)
Digitalis purpurea Linnaeus "dedaleira" (Plantaginaceae, ex Scrophulariaceae), fotografada na Serra de Montemuro: TM: Lamego: "Ponte de Reconcos", perto do rio Balsemão, na margem da EN 2, 29TNF9442, alt. ca. 870 m, 18.VI.2020, acompanhada por numerosas outras espécies, entre as quais: Paradisea lusitanica (Asparagaceae), Echium lusitanicum, Lithodora prostrata e Omphalodes nitida (Boraginaceae), Campanula lusitanica e Jasione montana (Campanulaceae), Cistus psilosepalus, Halimium lasianthum subsp. alyssoides e Tuberaria guttata (Cistaceae), Carex sp. pl. (Cyperaceae), Achillea Millefolium, Andryala integrifolia, Anthemis arvensis, Cirsium palustre, Crepis capillaris, Hispidella hispanica, Senecio sylvaticus, etc. (Compositae), Erica arborea (Ericaceae), Quercus pyrenaica (Fagaceae), Arrhenatherum elatius ssp. bulbosum, Celtica gigantea, Holcus lanatus, Trisetaria ovata, etc. (Gramineae), Luzula sp. e Juncus sp. pl. (Juncaceae), Lavandula pedunculata, Prunella grandiflora, Teucrium Scorodonia (Labiatae), Cytisus multiflorus e C. striatus, Lotus corniculatus ssp. carpetanus e L. pedunculatus, Trifolium arvense, T. dubium, T. pratense, T. repens, etc. (Leguminosae), Dactylorhiza caramulensis (Orchidaceae), Anarrhinum bellidifolium, Linaria triornithophora, Plantago Coronopus, P. lanceolata e Veronica arvensis (Plantaginaceae), Aquilegia dichroa, Caltha palustris e Ranunculus bulbosus (Ranunculaceae)...
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Ranunculus bullatus L. (Ranunculaceae)
Trazemos aqui hoje o belo Ranunculus bullatus L. (Ranunculaceae), que fotografámos hoje (2.X.2017) em Coimbra, 29TNE4950, alt. ca. 100 m.
Trata-se de um endemismo da Região Mediterrânica, com uma distribuição relativamente vasta na Eurásia ocidental e no Norte de África (Hörandl, E. & Raab-Straube, E. von (2015): Ranunculeae. – In: Euro+Med Plantbase - the information resource for Euro-Mediterranean plant diversity.)
(http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Ranunculus%20bullatus&PTRefFk=7500000; http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=347926&size=medium)
Floresce tardiamente (no Outono) e em Portugal continental é relativamente frequente no Centro e Sul (http://flora-on.pt/#/1Ranunculus+bullatus).
Trata-se de um endemismo da Região Mediterrânica, com uma distribuição relativamente vasta na Eurásia ocidental e no Norte de África (Hörandl, E. & Raab-Straube, E. von (2015): Ranunculeae. – In: Euro+Med Plantbase - the information resource for Euro-Mediterranean plant diversity.)
(http://ww2.bgbm.org/EuroPlusMed/PTaxonDetail.asp?NameCache=Ranunculus%20bullatus&PTRefFk=7500000; http://euromed.luomus.fi/euromed_map.php?taxon=347926&size=medium)
Floresce tardiamente (no Outono) e em Portugal continental é relativamente frequente no Centro e Sul (http://flora-on.pt/#/1Ranunculus+bullatus).
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sábado, 6 de fevereiro de 2016
Ranunculus Ficaria L. (Ranunculaceae)
Em 31.I.2016, na bela aldeia xistosa de Catarredor (29TNE666366, alt. ca. 500 m), pr. Candal, no concelho da Lousã (BL), encontrámos este belo ranúnculo em floração, que nos parece ser o Ranunculus Ficaria L. (Ranunculaceae), uma espécie bastante comum e bem distribuída pela maior parte de Portugal continental (Lu):
(P.V.Araújo,
J.Lourenço, M.Porto, D.T.Holyoak, A.Carapeto, J.D.Almeida, A.J.Pereira,
F.Clamote, et al. (2016). Ranunculus ficaria L. subsp. ficaria - mapa de
distribuição. Flora-On: Flora de Portugal Interactiva, Sociedade Portuguesa de
Botânica. http://www.flora-on.pt/#wRanunculus+ficaria+subsp.+ficaria. Consulta
realizada em 6/02/2016)
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terça-feira, 5 de maio de 2015
Aquilegia atrata W. D. J. Koch (Ranunculaceae)
As aquilégias já iniciaram a sua floração e por isso vamos aqui postar uma
delas: a bela
Aquilegia atrata W. D. J. Koch (Ranunculaceae), que é um endemismo exclusivamente europeu (http://www.ars-grin.gov/cgi-bin/npgs/html/taxon.pl/genus.pl?3732).
Encontrámo-la em Sëlva/Wolkenstein (Dolomites) em 21.VI.2009 como planta ruderal (foi-nos identificada pelo ilustre botânico Lance Chilton, in loco).
Aquilegia atrata W. D. J. Koch (Ranunculaceae), que é um endemismo exclusivamente europeu (http://www.ars-grin.gov/cgi-bin/npgs/html/taxon.pl/genus.pl?3732).
Encontrámo-la em Sëlva/Wolkenstein (Dolomites) em 21.VI.2009 como planta ruderal (foi-nos identificada pelo ilustre botânico Lance Chilton, in loco).
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sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Clematis sp. (Ranunculaceae)
Vamos hoje aqui postar uma Clematis (Ranunculaceae), cuja espécie não temos exactamente a certeza de qual seja. É possível que se trate de uma planta cultivada ou espontânea ou mesmo subespontânea. Coimbra, 29TNE4950, alt. c. 90 m, 12.IX.2014.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Aquilegia vulgaris L. (Ranunculaceae)
Ainda aqui não tinha sido postada esta beldade extraordinária, actualmente em flor e fruto (Coimbra, 13.V.2014):
Aquilegia vulgaris Linnaeus, Sp. Pl. 1: 533. 1753 (Ranunculaceae)
É um endemismo europeu, já
naturalizado no Canadá e nos Estados Unidos, sobretudo em locais ruderais (http://www.efloras.org/florataxon.aspx?flora_id=1&taxon_id=220001000).
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terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Bartramia pommiformis Hedwig (Bartramiaceae) e um ranúnculo (Ranunculaceae)
Vamos hoje postar aqui um belo musgo, que supomos ser a Bartramia pommiformis Hedwig (da família Bartramiaceae).
As fotos foram obtidas em 16.V.2010, no DL: Cinfães, encosta N da Serra de Montemuro, local granítico húmido, perto da EN 321 e do Ribeiro de Covais, 29T NF7940, alt. ca. 690 m.
Pensamos estar também presente o endemismo ibérico Ranunculus nigrescens
Freyn, Willk. & Lange, Prod. Fl. Hisp.
iii. 921 (Ranunculaceae) (http://www.ipni.org/ipni/idPlantNameSearch.do?id=713324-1).
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Leefructus mirus (Ranunculaceae)
A Science publicou em Março passado a descoberta do Leefructus mirus na formação de Yixian, na China, o jazigo de origem do Archaeofructus (vd. aqui).
O L. mirus é a mais antiga eudicotiledónea fóssil conhecida.
As plantas com flores (=angiospérmicas) são hoje divididas em quatro grandes grupos: um parafilético - as angiospérmicas basais - e três monofiléticos, as magnoliidas, as monocotiledóneas e as eudicotiledóneas. Entre as mono e as eudicotiledóneas situa-se um quinto grupo constituído pelo enigmático Ceratophyllum, um género com duas espécies aquáticas presentes em Portugal: o C. demersum, tão comum nos rios de montanha ibéricos, e o C. submersum, uma planta muito apreciada pelos aquariofilistas que se tornou invasora. A divisão tradicional entre mono e dicotiledóneas já era.
O fóssil de A. mirei tem entre 122,6 e 125,8 milhões anos (Cretácico inicial). Se os mais antigos pólenes inequívocos de angiospérmicas datam de 141-132 milhões de anos antes do presente, então a radiação das plantas com flor foi um processo rápido; foi chegar e vencer. Os homens do molecular dizem-nos que não, que as angiospérmicas datam do final do Triássico, início do Jurássico, e que andaram pela Terra durante 60 milhões de anos à espera de uma oportunidade (vd. aqui).
Continua tudo em aberto.
O L. mirus é a mais antiga eudicotiledónea fóssil conhecida.
Não há dúvida que o Leefructus mirus tem qualquer coisa de Ranunculaceae, conforme admitem os seus autores (foto de uso livre extraída daqui).
As plantas com flores (=angiospérmicas) são hoje divididas em quatro grandes grupos: um parafilético - as angiospérmicas basais - e três monofiléticos, as magnoliidas, as monocotiledóneas e as eudicotiledóneas. Entre as mono e as eudicotiledóneas situa-se um quinto grupo constituído pelo enigmático Ceratophyllum, um género com duas espécies aquáticas presentes em Portugal: o C. demersum, tão comum nos rios de montanha ibéricos, e o C. submersum, uma planta muito apreciada pelos aquariofilistas que se tornou invasora. A divisão tradicional entre mono e dicotiledóneas já era.
O fóssil de A. mirei tem entre 122,6 e 125,8 milhões anos (Cretácico inicial). Se os mais antigos pólenes inequívocos de angiospérmicas datam de 141-132 milhões de anos antes do presente, então a radiação das plantas com flor foi um processo rápido; foi chegar e vencer. Os homens do molecular dizem-nos que não, que as angiospérmicas datam do final do Triássico, início do Jurássico, e que andaram pela Terra durante 60 milhões de anos à espera de uma oportunidade (vd. aqui).
Continua tudo em aberto.
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domingo, 25 de abril de 2010
Flora do lameiro do Poulão III: Bellis perennis, Moenchia erecta, Lepidium heterophyllum, Ranunculus peltatus
Trago hoje 4 plantas de flores bancas que por estes dias florescem no lameiro do Poulão.
Primeiro a Bellis perennis (Asteraceae), a conhecida margarida, em floração deste o início de Abril, e que persistirá até ser abafada pelas gramíneas. A B. perennis distingue-se facilmente de outras compostas arrosetadas (com folhas concentradas na superfície do solo) pelas suas lígulas brancas, muito estreitas, frequentemente tintas de vermelho.
Como choveu muito, este ano é invulgarmente frequente nas partes mais altas e secas dos lameiros a Moenchia erecta (Caryophyllaceae), uma pequena e frágil planta com uma marcada preferência por solos temporariamente encharcados. Ao contrário da grande maioria das cariofiláceas a M. erecta tem geralmente 4 sépalas e 4 pétalas. As sépalas debruadas de branco são também inconfundíveis.
Em breve tentarei explicar por que razão os lameiros não são uma comunidade, mas sim um intrincado complexo de vegetação pratense, frequentemente enriquecido com vários tipos de vegetação nitrófila, semiterrestre (= anfíbia) e aquática. A planta que se segue, o Lepidium heterophyllum (Brassicaceae), é um conhecido indicador das versões mais secas dos chamados lameiros de regadio, a comunidade vegetal mais produtiva destes complexos de vegetação. Esta pequena crucífera perene coloniza ainda com facilidade margens de caminhos e taludes algo húmidos.
Nas valas e canais iluminados pelo sol, com águas permanentes lentas mas não estancadas, está em flor o Ranunculus peltatus (Ranunculaceae):
A revisão do José Pizarro (ver aqui) tem desenhos e chaves dicotómicas muito úteis para identificar os Ranunculus aquáticos (Ranunculus subgénero Batrachium) portugueses.
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